quarta-feira, 18 de setembro de 2013

DESAFIO PARA TERÇA-FEIRA DIA 24/09/2013

Pesquise sobre a estação que está iniciando e escreva um comentário sobre as suas principais características na região sul do Brasil, ou seja, no nosso estado. Não se esqueça de enriquecer o teu texto com as descrições minuciosas. Valerá meio ponto extra para o 3° trimestre a atividade.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Concordância Pronominal
Próclise (antes do verbo)

A próclise é usada quando, antes do verbo, houver uma palavra que tenha força atrativa sobre o

pronome oblíquo (P.O). Tais palavras, às quais podemos chamar de fatores de próclise (F.P.),

são principalmente:

A próclise é comum nos seguintes casos:

1. Quando o verbo segue um partícula negativa: não, nunca, jamais, nada, ninguém. Exemplos:



Não nos responsabilizaremos por sua atitude rebelde.

Nunca se acusou um cliente por esses motivos.

Um vendedor de nossa empresa jamais se contentará com níveis de faturamento tão baixos.

O relatório fora bem escrito, mas nada o recomendava como modelo que devesse ser imitado.

Ninguém o viu chegar, mas ele já se encontra no escritório.

2. As orações que se iniciam por pronomes e advérbios interrogativos também exigem antecipação

do pronome ao verbo:

Por que o diretor se ausentou tão cedo?

Como se justificam essas afirmações?

Quem lhe disse que o gerente de vendas não se interessaria por tal fato?

3. As orações subordinadas também exigem antecipação do pronome ao verbo.

Ainda que lhe enviassem relatórios substancias, não poderia tomar nenhuma decisão.

Quando o office-boy o interrogou, ele levantou a cabeça.

Aquela correspondência que te chegou às mãos...

4. Alguns advérbios exercem força atrativa sobre o pronome: mal, ainda, já, sempre, só, talvez,



não:

Mal se despedira...

Ainda se ouvirá a voz dos que clamam no deserto.

Já se falou aqui da inconseqüente...

Só se acredita naquilo por que se interessa.

Os relatórios talvez se abstenham de informar...

Não se manifestará apoio ao desonesto, corrupto e politiqueiro idealizador de semelhante

comemoração.

5. A palavra ambos, bem como alguns indefinidos (alguém, todos, tudo, outro, qualquer ) também



tem força atrativa:

Ambos os empregados me inquiriram sobre suas férias.

Alguém te dirá aos ouvidos...

Todos te olharão de esguelha...

tudo se transformará com o tempo.

Outra secretária se ajustará ao cargo com dificuldade.

Qualquer pessoa se persigna quando a situação está preta.

6. Nas locuções verbais, se houver negação ou pronome relativo, interrogativo:

Não se pode deixar de realizar...

Coisas que se podem deixar de realizar...

Por que se deve realizar esta tarefa?

7. Se o verbo estiver no futuro do presente ou futuro do pretérito, pode-se utilizar a antecipação pronominal:

Eu me dedicarei aos estudos gramaticais quando...

Eu me dedicaria aos estudos gramaticais se...

Pode-se também utilizar mesóclise, mas não é aconselhável, por revelar-se pedante. Embora o

pronome pessoal do caso reto não tenha força atrativa, é recomendável a próclise para evitar o

preciosismo da mesóclise.

8. Se houver vírgula depois do advérbio deve-se usar ênclise e não próclise.

Agora, esquecem-se dos amigos.

Mesóclise

O pronome oblíquo só pode ficar em mesóclise quando o verbo estiver no futuro (do presente ou

do pretérito).

Dar-me-ei o prazer de...

Recomendar-nos-ia...

Para evitar afetação, recomenda-se

buscar a forma menos preciosa de construção. Coloca-se

então um pronome pessoal e antecipa-se

o pronome:

Eu me darei o prazer de...

Eles nos recomendaria...

obs.: Caso o verbo esteja no futuro, mas antes dele haja um fator de próclise, deve-se usar próclise

e não mesóclise.

Dar-te-ei
meu apoio. (mesóclise)

Não te darei meu apoio. (próclise)



Ênclise

1. Nos casos infinitivos, pode-se postecipar o pronome ao verbo:

O presidente quis enviar-lhe...

Para dizer-lhe a verdade...

Também se admite a construção:

Para lhe dizer a verdade...

2. A ênclise é obrigatória quando nada atrai o pronome oblíquo:

A secretária começou a interrogá-la...

Admite-se que o operador continue a digitá-lo.

3. O pronome tende a permanecer depois do verbo nas locuções verbais. Portanto, não fica solto

entre os verbos:

A copeira continuou respondendo-lhe às perguntas.

Quando tu poderá dizer-nos...

Usos dos pronomes oblíquos com as formas nominais

Formas nominais:

Infinitivo: andar, viver etc.

Gerúndio: andando, vivendo etc.

Particípio: andado, vivido etc.

Verbo auxiliar + infinitivo

Há várias construções possíveis:

Devia preparar-me melhor.

v.aux. aaainfin.

Devia-me preparar melhor.

Não devia preparar-me melhor.

Não me devia preparar melhor.

Não devia me preparar melhor.

Verbo auxiliar + gerúndio

Há várias construções possíveis:

A gasolina foi-se acabando.

A gasolina foi acabando-se.

Verbo auxiliar + particípio

Há várias construções possíveis:

Eles se haviam esforçado

Eles haviam-se esforçado.

Observação: Não se coloca pronome oblíquo após particípio:

Eles haviam esforçado-se.

(errado)

Observações gerais:

1. Não é recomendável iniciar oração com pronome oblíquo:

Me telefonaram esta manhã de João Pessoa.

Te perguntaram alguma coisa?

Se esqueceu de falar o gerente?

2. O gerúndio determina que o pronome venha antes dele ou depois dele (mas sempre ligado por

hífen a um verbo) quando em locuções verbais:

A secretária ia-se esquecendo de relatar...

A secretária ia esquecendo-se de relatar...

A gramática tradicional recomenda que o pronome não fique solto entre os verbos:

A secretária ia se esquecendo...

3. É comum e desejável substituir o pronome possessivo por um oblíquo:

Queimei o seu braço...

Queimei-lhe o braço...

Pisei no seu pé...

Pisei-lhe o pé...


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Larissa

Liberdade ainda que tardia

Em uma bela manhã, Thomas Gonzaga acordou com uma enxaqueca por causa da bebedeira com os amigos na noite passada. Naquela manhã Thomas acordou mal- humorado, tentou concentrar-se no seu trabalho como poeta, mas nada adiantava, então leu uma de suas crônicas, Marilia.
Thomas tinha um afilhado Antonio Manuel Azevedo, que iria passar uma temporada na casa de Thomas, seu pai não estava tendo condições financeiras para administrar sua fazenda. Antonio sabendo ler e escrever ficou encarregado de ajudar Thomas nas poesias e deveres de casa.
Thomas estava enamorado uma moça muito bonita, de pela alva, cabelos negros e olhos castanhos, seu nome era Maria Doroteia.
A jovem moça quando tinha apenas 13 anos de idade perdeu sua mãe. Seu pai Baltasar Manrique com a morte da esposa, decidiu partir para o interior de Minas Gerais. Maria Doroteia foi morar com os tios Bernardo e Eufrásia.
Certo dia Thomas sendo amigo de Genoveva, tia de Maria Doroteia, Thomas fez uma visita a Genoveva e Maria Doroteia. Thomas ficou encantado com o dom da música que Maria Doroteia tinha, ela tocava piano e cantava divinamente.
 Thomas e Maria Doroteia se apaixonaram subitamente um pelo outro, começaram um namoro que no começo foi contra pelos tios de Maria Doroteia, mas com o tempo eles aceitaram. Depois de um ano de namoro Thomas a pediu em casamento.
O governador de Vila Rica nunca gostou de Thomas, sem nenhum motivo ele mandou uma ordem de despejo a Thomas. Thomas teve a ideia de derrubar o governador de seu cargo junto com seus amigos, mas um de seus amigos Joaquim Silvério dos Reis, o traiu e o governador ficou sabendo de complô, e por causa disso Thomas foi preso.
Maria Doroteia sem saída terminou o noivado apesar de ama-lo muito. Thomas poderia ter ido para a forca junto com seus amigos, mas sua sentença foi ir para Moçambique na África.

Em Moçambique ele refez sua vida e casou-se com a filha de um comerciante de grandes posses em 1793. 

Yan de Oliveira Fisch

A ilíada

Tudo começou em Esparta. O rei de Esparta, Tíndaro, casado com Leda, a ninfa, teve uma linda filha chamada Helena. Não havia mulher mais bonita que Helena em toda a Grécia. Tíndaro fez com que todos os príncipes jurassem que sempre seriam amigos do homem que Helena escolhesse como marido, e eles juraram, pois achavam que um deles seria escolhido por Helena. Mas Helena escolheu o príncipe Menelau, filho de Atreu e irmão de Agamenom. Agamenom reinava em Micenas, e, algum tempo depois, o pai de Helena morreu consequentemente tornando Menelau o novo rei de Esparta. Ele e Helena viviam muito felizes até que apareceu Páris, um dos dezenove filhos de Príamo, o rei de Tróia, cidade da antiga Ásia. Páris raptou Helena e ainda levou muitas jóias, ouro e pedras preciosas. Menelau e Agamenom convocaram os príncipes da Grécia e disseram que deveriam cumprir o juramento e ajudar Menelau a tomar Helena de volta de Páris, eles e muitos soldados então partiraram para Tróia e entre eles estavam: Diomedes, capitão de grande valor e chefe da armada; Ajax, o grande, brutal, mas célebre porque possuía bom caráter, e Ajax, o pequeno, considerado o mais valente depois de Aquiles, pois disputou as armas de heróis com Ulisses; Teucro, o arqueiro, irmão de Ajax, o grande; Nestor, que era o homem mais velho do mundo; Ulisses, o mais esperto de todos; Aquiles, o mais valente e seu melhor amigo Pátroclo. Cercaram durante nove anos a cidade de Tróia, mas não conseguiram passar pelas muralhas, então, ficando quase sem suprimentos decidiram saquear as cidades vizinhas, e foi assim que começou a guerra de Tróia. Assaltaram a cidade de Crises e cada um pegou o que quis. Agamenom pegou a jovem Criseida, filha do sacerdote de Apolo, Crises. Ele então chegou ao acampamento dos gregos e pediu para que Agamenom devolvesse sua filha, mas Agamenom não a devolveu, então pediu para que Apolo o ajudasse, Apolo se zangou ao ver que Agamenom teve sua filha roubada, ele então fez com que a cada dia que se passava morressem mais e mais soldados da Grécia, os reis se reuniram para comentar a morte dos seus soldados. Calcante, o sacerdote e adivinho, disse que isto tudo era culpa de Agamenom, pois ele tinha roubado Criseida, a filha de Crises. Agamenom se enfureceu, pois não queria devolver Criseida, ele queria ficar com ela. Aquiles disse que ele era o mais ganancioso de todos os reis e que ele iria matá-lo, mas então a deusa Atená disse para que ele não matasse Agamenom, Aquiles então concordou e apenas chegou Agamenom que irritado resolveu devolver a jovem Criseida a Crises. No dia seguinte todos os reis foram até os portões de Tróia e chamaram por Páris para que ele lutasse com um dos soldados. Páris pediu para que o exército grego mandasse o melhor soldado que eles tivessem, Menelau se ofereceu para lutar já que Páris havia raptado sua esposa, Páris, ao ver Menelau se escondeu dentro do exército troiano, pois estava com medo. Heitor, um dos seus irmãos disse que se ele tinha a coragem de raptar Helena então ele também deveria ter a coragem de lutar contra o soldado do exército grego, Páris reconheceu isso resolveu voltar para lutar com Menelau, Páris lutou e lutou, mas não conseguiu derrotar Menelau, ele então fugiu para longe, quando estava longe o bastante ele lançou uma flecha em Menelau que apenas o machucou, mas não teve ferimentos graves, a partir desse momento Grécia e Tróia começaram a guerrear, muitos soldados morreram nessa trágica guerra, que aconteceu por culpa de um troiano que resolveu raptar Helena, a esposa de Menelau. Várias semanas se passaram e o povo continuava guerreando enquanto Aquiles continuava com raiva de Agamenom, pois ele não se importou que Agamenom devolvesse Criseida, ele continuava irado. Certo dia essa raiva ficou tão grande que Aquiles resolveu não lutar mais, ele só iria lutar se o exército troiano botasse fogo em seus navios. Enquanto isso, em Tróia, Heitor estava comandando os exércitos, pois Zeus queria que Tróia derrotasse a Grécia, após os gregos implorarem e após Agamenom ter feito as pazes com Aquiles ele ainda não queria batalhar, ele apenas mandou seu amigo, Pátroclo, pegar suas armas e suas armaduras para se disfarçar e fazer os troianos acharem que Aquiles iria batalhar contra eles, pois os troianos tinham muito medo de Aquiles, mas Heitor não teve medo e resolveu tentar a sorte e batalhou com "Aquiles" descobrindo que ele era na verdade Pátroclo, Heitor então se encheu de raiva e matou Pátroclo. Aquiles quando viu que seu amigo morreu fez um funeral para Pátroclo e jurou vingança, ele então recebeu armaduras especiais que sua mãe, a deusa Tétis, deu a ele, então enfurecido avançou na batalha, ele viu que Heitor estava fora da muralha e resolveu enfrentá-lo. Zeus resolveu favorecer os Gregos na guerra, pois maioria dos deuses apoiava os gregos, então Zeus resolveu apoia-los também, assim que Heitor foi morto Zeus disse para Aquiles que devolvesse o corpo ao rei de Tróia, Príamo, e ele assim o fez. Mas os irmãos de Heitor continuaram guerreando, então Aquiles teve uma idéia, já que eles não conseguiam invadir a muralha eles poderiam fazer algo para entrar na cidade. Eles tiveram a idéia do cavalo de Tróia, parte dos gregos ficaria de fora dizendo que haviam desistido e que o cavalo era um presente para os troianos, enquanto os melhores guerreiros ficavam dentro do cavalo. Quando eles entraram com o cavalo na cidade esperaram até anoitecer e então saíram do cavalo e atacaram a cidade de Tróia, foi assim que os gregos venceram a batalha de Tróia, com o cavalo de Tróia.

MARIA LUIZA

Guia dos mochileiros DAS GALÁXIAS

O livro guia dos mochileiros das galáxias é uma comedia, fala sobre a história de Arthur Dent um típico inglês, e em certo dia Arthur Dent descobre que Ford prefect um de seus melhores amigos, é um extraterrestre, e também que a terra esta prestes a ser destruída, antes que o seu planeta se destruísse ele pegou carona em uma das naves dos Vogons. Mais quando os Vogons percebem que Arthur e Ford estão dentro de uma de suas naves, então os comandantes dos Vogons decide expulsa-los da nave diretamente para o espaço, mais com a sorte dos dois eles são resgatados por a nave do presidente da galáxia de Trillian. Então assim começa a jornada de Arthur Dent pelo universo, conhecendo cada vez mais o nosso universo e vivendo altas aventuras com seu amigo Ford.


O livro tem varias edições esse é o primeiro livro, Arthur e seu melhor amigo Ford ainda terrão muitas aventuras pelo universo inteiro em outras edições do livro “guia dos mochileiros das galáxias”.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

JOÃO VITOR Menezes


Resumo do livro é tarde para saber:

 

Rio de Janeiro, década de 70. A Ditadura Militar está no auge da repressão. É neste cenário que se passa a história de amor de Cássio e Mariana. Ele um estudante de Engenharia de família humilde. Ela filha de um empresário simpatizante do governo. Entre encontros e desencontros marcados por sinais deixados na parede do prédio de Mariana, Josué Guimarães nos faz conhecer sutilmente a cruel realidade a que o país estava exposto. Mariana se vê a cada dia mais distante de seu amado, sem saber ao menos se seu verdadeiro nome é o que ele diz ou o que quer que seja que ele esconde, vive entre ilusões e desilusões de um amor tragicamente marcado pela repressão do Governo Militar

 

 

 

 

Trecho:

- Que houve com o meu amor?

Cássio estava com a mesma roupa de sempre, mas amarrotada e suja, tinha as mãos esfoladas e um pedaço de esparadrapo sem cor amarrado num dedo. Estavam num café de banhista, numa mesa de tampo de mármore negro e rachado, havia algazarra no comprido balcão e um rapaz veio perguntar o que queriam.
- Um guaraná - pediu Cássio sem levantar os olhos.
Ela disse que não queria nada, olhava angustiada para sua cara encovada, queria saber o que acontecera, afinal o que se passara.
- Pelo amor de Deus, houve alguma coisa; cinco dias, seis sem telefonar , sem um olá pelo manos, olhe ai a sua camisa, você está muito machucado?
O garçom voltou com uma garrafa pequena e dois copos, dividiu a bebida da melhor maneira que pôde, Cássio pegou do seu copo, levantou-o a meia altura:
- Ao nosso amor
Mariana fez o mesmo, repetiu o brinde como quem faz uma prece, confessou que se ele se obstinasse a não dizer nada era bem possível que ela começasse a chorar, e logo ali, na frente de toda aquela gente desconhecida; morreria de vergonha.
- Que é isso, Mariana, não houve nada, um acidente - passou a mão ferida pelo cabelos revoltos, sorriu desajeitada - essas coisas acontecem às melhores famílias, o que não é o meu caso, evidentemente.
- Não me parece acidente.
- E que sabe você de acidentes? Há várias formas de acidentes, esta que me aconteceu foi uma. Sabe, um sujeito passou por mim e disse, você está namorando uma menina que não é para o seu bico, porque não procura gente da sua laia, e eu fui pra cima dele e quebrei-lhe a cara e ele me deixou umas marcas pra servirem de testemunhas que briguei por sua causa.
Mariana olhava-o descrente, com ar irônico.
- Está bem não houve nada disso. Digamos que houve uma coisa muito diferente, um velho amigo que de repente faz uma sujeira, chega-se às vias de fato como qualquer moleque de rua, briga-se e aqui está à prova de tudo o que eu digo. Já sei, você não acredita numa palavra do que eu digo.

  

Eu confesso, nunca fui muito fã de livros de bolso apesar de o texto estar sempre na integra, acho que é mais uma questão pessoal mesmo. Enfim, mas quando vi este na prateleira não pude deixar de ler, primeiro pela capa maravilhosa e depois por se tratar da ditadura que é um dos assuntos que mais me fascinam na história do Brasil. Além de tudo isso o que realmente chamou minha atenção é que o autor escreveu e publicou o livro enquanto o Brasil ainda vivia sob os domínios militares, uma tremenda audácia em minha opinião. 

Acho legal destacar também que neste romance Josué Guimarães mostra os dois lado da juventude da época, de um lado Mariana que representa o lado alienado dos jovens de então com sua inocente inconsciência e do outro Cássio estudante, um jovem aventureiro, cheio de audácia e integrante da luta armada (isso não é dito literalmente durante a narrativa).

Emanuelle Fabrin Debiasi


                                 Profissão Jovem             Autora : Marcia Kupstas

Este livro conta varias historias sobre jovens em seus primeiros empregos ou indecisões em suas primeiras carreiras .

Uma das historias conta sobre um garoto chamado Juan ,ele estava com medo de contar para o pai que não queria cursar medicina pois não era o que ele queria , ele chegou à frente do hospital onde seu pai estará (esse hospital era da família há mais de 60 anos , quem o criou foi seu avô), ficou um tempo parado na frente do hospital com medo do que seu pai iria dizer sobre sua decisão , ate que a sombra de um senhor e quando vê era seu avô , ele o chama para tomar um café em uma lancheria dentro do hospital , se sentam em dois bancos vagos há frente do balcão , então o garçom se aproxima e o avô pede uma xícara de café e Juan um refrigerante , enquanto esperavam seus pedidos , Juan fez algumas perguntas ao avô , o garoto perguntou ao avô porque ele quis ser medico , e o avô respondeu por oportunidade , porque naquela época tudo era mais fácil , e o avô aproveitou e contou uma historia sobre um homem que estudou com ele na faculdade , ele era super inteligente se dava bem em todas as cadeiras (da faculdade) que estava , ele poderia ser um ótimo medico , engenheiro ou advogado , só que ele escolheu ser professor de educação física e todos ao seu redor riram dele por sua escolha ; quando o avô terminou de contar a historia Juan começou a defender aquele homem dizendo, que se ele tinha um sonho pelo menos ele lutou pelo sonho dele e não foi influenciado por ninguém , quando ele terminou de falar isso contou toda verdade para avô , e o avô disse que o pai dele ia “matar” mas iria passar e também disse não tinha problema pois nem ele era mais medico pois era mais de 10 anos que não entrava em um consultório para atender , e que ficou cuidando mais da parte da publicidade do hospital, e então Juan se levantou de onde estava para contar sua decisão ao seu pai.

E tem também outra historia que conta sobre uma menina que queria muito ter um emprego para ter seu dinheirinho extra além da mesada e também porque tinha uma menina que ela odiava que ficava se exibido porque tinha um emprego em uma loja de grife chamada Dirce Modas ,então em uma tarde ensolarada ela resolveu ir ao shopping procurar um emprego ,chegando La foi a uma sorveteria e lá ela enxergou uma placa dizendo “precisamos de atendentes’’ , ela queria pegar aquele emprego mas foi ver se tinha emprego na loja de grife onde sua “amiga” trabalhava chegando lá começou a olhar a as roupas e viu que não tinha nada de grife e sim era roupas para pessoas mais gordinhas , ela saiu de lá da loja rindo muito , e depois foi lá naquela sorveteria fez a entrevista e conseguiu o emprego .

Marco Antônio


Nome do livro: No fundo do quintal

Nome do autor: Menalton Braff

Uma família pequena, o casal e dois filhos, chegam de mudanças para uma cidade no interior. Eugênio e Fernanda logo descobrem algo muito interessante pra fazer, abrir no grande quintal da casa uma trilha que vai conduzir à cabana que planejam construir lá no fundo. De repente a picareta dá um tranco e eles descobrem que ali existe um poço, Eugênio e Fernanda olham pra ver o que tem dentro deste posso e descobrem que neste poço tem dois sacos pretos cheios de livros que falavam sobre a história e geografia do Brasil. Já descobriram o mistério de o que tinha lá e tinham que descobrir o segundo mistério que é quem e porque enterraram os livros lá. Então Eugênio e Fernanda foram ir as buscar da resposta desse mistério. Eugênio vê que aqueles livros pertenciam a Laurindo, então ele quer ir lá descobrir quem era ele. Ele vai à casa de Beatriz que estuda em seu colégio e é a garota que ele se apaixona e pergunta para o pai dela se ele conhece o Laurindo, mas o pai de Beatriz não chegou a conhecê-lo então disse a Eugênio para ele ir até a casa do velho Anastácio que mora lá a mais. Anastácio diz que Laurindo morava ali com sua esposa, era velho e eles se falavam pouco até que um dia passou um carro e o levou e nunca mais apareceu.

Thiago Carvalho


A história de Fernão Capelo Gaivota

 

Em um dia de sol, com um mar calmo, amanhecia um novo dia. Sozinho, longe da costa, Fernão Capelo Gaivota treinava, baixava os pés, levantava o bico e tentava manter suas asas em uma curva, que fazia voar devagar, fechou os olhos para se concentrar melhor, segurou a respiração, mas se atrapalhou e caiu.  As gaivotas nunca se atrapalham, nunca caem, isso seria uma desgraça para elas, mas sem se intimidar Fernão Capelo Gaivota tentou fazer sua curva, mas novamente atrapalhou-se.

Fernão nos dias seguintes tentou ser como as outras gaivotas, mas não conseguiu. Começou a treinar a velocidade, dez vezes tentou e dez vezes conseguiu chegar a 120 quilômetros por hora, mas sempre acabava atrapalhando-se e caindo na água. A partir daquele momento ele se prometeu que seria uma gaivota normal, como as outras. Veio à noite e duas gaivotas encontraram Fernão sozinho, pelo céu, ele quis fazer um teste então diminuiu a velocidade, quase parando no ar, deslizando lentamente, as duas gaivotas deslizaram também, elas sabiam voar devagar, então Fernão pergunto quem eram elas, e elas responderam que eram de seu bando e também suas irmãs, elas explicaram que ele já tinha aprendido muito, e que elas iriam ensiná-lo ainda mais, então ele começou a voar com elas.

Fernão começou a notar que tinha melhorado o seu vôo, e onde estava às gaivotas pensavam como ele.  Pela noite, as gaivotas que não treinavam seus vôos noturnos, juntaram-se na praia, Fernão criou coragem e foi falar com a gaivota mais velha, seu nome era Chiang, mesmo sendo velho, era o que batia qualquer gaivota do bando, então conversaram, e Fernão tratou de começar a treinar com o velho Chiang.

Os dias começaram a se passar e Fernão pensava na terra de onde ele veio quanto mais ele treinava os seus exercícios, mais ele tinha vontade de regressar a terra.

Fernão volta para seu antigo bando, para compartilhar suas experiências e descobertas, começou a ser instrutor. Fernão então começou a trabalhar com seu novo aluno. Mas logo já estava com seis gaivotas.
Fernão acabou morrendo, e um de seus alunos, Francisco Gaivota, virou instrutor.

Helena Vedoy Silveira


Livro de José de Alencar

Nome: TIL

 

 

      Besita era uma moça bem pobre, a mais linda da região. Luis Galvão (fazendeiro) e João (órfão e criado) gostavam dela. Ela acabou se apaixonando por Luis, mas ele decide não se casar com Besita por ela ser bem pobre.

      O pai dela começa a pressionar Besita, ela acaba se casando com Ribeiro, que no dia das núpcias decide sair de viagem para resolver problemas de família. Ele fica anos afastado de Besita, nesse tempo Luis se encontra com ela, Besita pensa que era seu marido, tempinho depois por consequência nasce Berta.

       Num dia Ribeiro, volta da longa viagem e encontra Besita com uma filha; de tanta raiva que ele fica, acaba matando Besita e quase também Berta; mas Jão salva a vida da criança, mas não consegue salvar Besita. Berta fica depois morando com ele, Tudinha e seu filho Miguel. Jão depois de um tempo vira o capanga dos ricos da região, ele começa a matar e começa a ser chamado de o temido Jão Fera. Mais ou menos 15 anos depois; Ribeiro retorna a fazenda irreconhecível até com outro nome (Barroso), ele volta decidido a se vingar de Luis. Ele contrata o próprio Jão que não o reconhece, para matar Luis; mas Berta descobre e salva a vida de Luis.

      Na segunda tentativa, Ribeiro com a ajuda de outros escravos, incendeia o canavial; Luis apavorado tenta sozinho apagar o fogo, ma enquanto tentava alguém lhe acerta uma pancada na cabeça; Jão chega e mata todos os caras menos Ribeiro.

      Depois de um tempo Jão é preso, quando Ribeiro fica sabendo planeja outra vingança só que agora contra Berta. Quando ele se aproxima dela, quando ele quase encosta ela chega Jão que recém tinha fugido da prisão, Jão mata violentamente Ribeiro. Brás era sobrinho de Luis (ele tinha problemas mentais), Este leva Berta para ver o ocorrido. Ela apavorada foge; quando Jão fica sabendo que Berta o odiava ele decide se entregar para a polícia.

      Brás, mesmo com problema mentais se apaixona por Berta, mas não por ele. Ela o ensina o abecedário, mas a única coisa que ele grava é a palavra "TIL", então em meio à circunstância Berta se autonomeia de "TIL" ela a partir daí começa encontrar várias maneiras para ensinar o Brás. Com o tempo Berta questiona Luis sobre sua verdadeira história, ele não fala. Jão foge de novo da prisão e conta toda a verdade para a Berta; ela chora muito e acaba dizendo que em todos os anos o verdadeiro pai que ela teve foi o Jão. Luis pede para Berta morar com ele, ela recusa e fica morando na fazenda com Jão Fera e o querido Brás.

Gabi Mattos


Iracema:

 

Iracema era uma índia morena que nasceu na tribo dos tabajaras, filha do Pajé e virgem dos lábios de mel considerada a ‘’consagrada’’ ou a que agrada a Tupã, o deus dos índios. Em uma ida as matas, Iracema encontrou um guerreiro branco chamado Martim, na qual ela acertou uma flecha em seu rosto e ao perceber que não era um inimigo, quebrou a flecha e deu a ponta para o homem, indicando a paz. Ela o levou para sua cabana onde o Pajé foi muito hospitaleiro e ofereceu suas melhores mulheres para ele. Na próxima manhã, os tabajaras iriam duelar com os pitiguaras, uma tribo rival. Martim sentia saudade de sua noiva, e Iracema estava se apaixonando por Martim, mas ao mesmo tempo, Irapuã se apaixonava por Iracema. Irapuã era o líder dos tabajaras. O irmão de Iracema se chamava Caubi e iria levar Martim para os pitiguaras antes que Irapuã resolvesse matar Martim.  Iracema, depois de muito sofrer por ter que deixar seu amor, decidiu que iria fugir com ele e com Poti, o amigo de Martim durante uma festa. Eles escolheram um lugar para viver afastado de todos. Martim foi considerado da tribo dos pitiguaras e obteve o nome de: Coatiabo.

Poti e Martim foram convocados para batalhar e Iracema ficou em seu lar cuidando da casa, enquanto estava grávida, e aos poucos, ia se entristecendo até chegar o ponto de não aguentar mais. Iracema teve seu filho e não tinha mais leite para dar a ele porque havia alimentado filhotes, e seu irmão Caubi decidiu visita-la, mas ela disse para que ele voltar.

Quando Martim e Poti voltaram para casa, perceberam sua mulher quase morta mostrando seu filho, chamado de Moacir, e um último pedido, que fosse enterrada em baixo de um coqueiro onde hoje é o Ceará. Então, Martim voltou para sua terra com seu filho e após 4 anos, viajou para o Ceará onde criou a fé cristã.

Ellen Almeida


Diário inventado

 

Flávia Savary

 

O diário inventado de Flavia Savary conta a historia de uma menina de 12 anos que se chamava Caroline que de tantos presentes ganhados em seu aniversario o que mais chamou a atenção da mesma foi um diário de couro vermelho com uma grande fivela na frente que especialmente ganhado pela a sua madrinha Yasmim Diáfama. Caroline adorou presente em que sua madrinha deu-lha, pois nunca tinha ganhado um diário na vida já estava ansiosa para escrever a sua primeira frase um papel em branco, só que em fim Caroline não coloca  em seu diário coisas como: shopping, brigas com o irmão caçula, paqueras ou filmes favoritos, a menina só colocava coisas de mil e uma noites.

Caroline escreve em seu diário uma louca história sobre “a mulher que tinha serpentes em sua cabeça” a história que a menina é estranha, mais quem todo seu diário Caroline conta historias estranhas que  vem da sua  cabeça e essa não foi uma das diferentes.Essa mulher tinha mais ou menos cinco serpentes carnívoras que comiam gente elas não tinham cabeças de cobra ,tinham cabeças de humanos e quem passasse na frente delas seria azarado ou azarada,a mulher se chamava Medenusa, a sua roupa favorita era um vestido azul e seu colar com a mesma cor,e nesse colar concentravam-se seus poderes mágicos.

Madenusa era feiticeira mais conhecida da época, ninguém poderia supor que, antes de se tornar uma bruxa assustadora, ela fora uma linda princesa.

Eduardo M. Siqueira


A história de Davi

Davi, filho de Jessé, era pastor das ovelhas de seu pai e o mais novo de seus irmãos, ele era um jovem muito temente a Deus e fazia o que agradava a Ele, por isso era muito especial. E sua história muda totalmente quando certa vez o profeta Samuel vem à casa de seu para lá ungir o novo rei de Israel, pois Saul não estava mais agradando a Deus, e o escolhido para ser ungido o novo rei foi Davi e a partir daí a sua vida muda totalmente.

Havia uma guerra em Israel entre israelitas e filisteus, e entre os filisteus havia um gigante chamado Golias, e nenhum israelita tinha coragem de enfrentá-lo, a guerra se prolongava e Jessé estava preocupado com seus filhos que estavam na guerra então mandou Davi, que não foi para a guerra, para levar alimento a seus irmãos, e chegando lá vê Golias provocando os israelitas e não admite aquilo e vai tomar uma iniciativa, mas o rei Saul vendo que Davi era muito jovem tentas emprestam-lo sua armadura para ele assim enfrentar o gigante, mas ele recusa a armadura e vai enfrentar o gigante.

O gigante quando vê o menino se aproximando dele o menospreza e o ofende, pois vê Davi chegando perto dele apenas com uma funda e algumas pedras, e nesse momento ninguém acreditava que o menino conseguiria derrotar o gigante, mas Davi acreditava que Deus o ajudaria a vencer, e isso foi o que aconteceu, pois Davi lançou uma pedra bem na testa do gigante Golias e o matou, e depois da derrota do gigante os israelitas tiveram coragem e derrotaram os filisteus, e depois daquele dia Davi ficou conhecido em toda Israel, e despertou muita admiração e também ódio por parte de Saul, pois ele não queria que Davi roubasse seu trono.

Durante o resto de sua história Davi teve que passar por várias situações difíceis, como o ódio de Saul, mas Deus sempre estava o seu lado o protegendo até a sua chegada ao trono, e depois de muito tempo ele chegou lá.

Durante seu tempo como rei ele também passou por várias situações difíceis inclusive pecou o que mais tarde lhe custou algumas coisas, mas ele teve seu arrependimento e mudou, mas nunca deixou de ser um homem temente a Deus e segundo o coração dele, e por isso foi um rei muito importante para Israel e o maior que o país já teve.

Caroline Severo Vargas

Criado por uma negra doceira, Paulo Honório foi um menino órfão que guiava um cego e vendia cocadas durante a infância para conseguir algum dinheiro. Depois começou a trabalhar duro na roça até os dezoito anos. Nessa época ele esfaqueia um homem que se envolve com a primeira namorada de Paulo Honório. Então é preso e durante esse período aprende a ler usando a bíblia. Ele passa somente a pensar em juntar dinheiro. Saindo da prisão, Paulo Honório pega emprestado com um agiota uma quantia em dinheiro e começa a negociar pelo sertão. Após conseguir juntar algumas economias, retorna a sua terra natal, Viçosa, com o desejo de adquirir a fazenda São Bernardo, onde tinha trabalhado. Para tanto, Paulo Honório inicia uma amizade falsa com Luís Padilha, herdeiro de São Bernardo. Luís era um moço apaixonado por jogo, mulheres e bebida, e aos poucos Paulo consegue conquistar a confiança dele. Inexperiente, Luís Padilha começa a financiar projetos que não trarão sucesso incentivado por Paulo Honório, que fazia tudo isso com a intenção de fazer Luís Padilha ficar falido. Luis não tendo como pagar as dívidas da fazenda, para quitá-la, Paulo o fez entregar as terras de São Bernardo a ele. Com a ajuda de seu amigo Casimiro Lopes, Paulo Honório manda matar Mendonça, fazendeiro vizinho, e consegue aumentar as terras de São Bernardo. Paulo Honório constrói estradas e passa a se dedicar cada vez mais ao trabalho. Para conseguir isso, ele comete as maiores injustiças. Seus ajudantes são: Gondim, o jornalista local; o padre Silvestre; e o advogado Nogueira, que manipula os políticos locais. Com a fazenda em ótima situação, Paulo Honório contrata Ribeiro para cuidar das contabilidades, contrata Luís Padilha como professor e constrói uma escola para alfabetizar os empregados e agradar ao governador do Alagoas. Além disso, manda buscar a negra doceira (Margarida), arranjando moradia para ela na São Bernardo. Um dia Paulo Honório percebe que precisa de um herdeiro para suas ricas terras e por conta disso resolve se casar. Então, um dia conhece a professora Madalena na casa do juiz Magalhães. Paulo Honório e Madalena se casam. Após o casamento a moça e sua tia Glória mudam-se para a fazenda e o rico fazendeiro vai percebendo que a rotina na São Bernardo começa a mudar. Madalena se interessa pela vida dos empregados e dá opiniões sobre as condições precárias na qual vivem estes. Paulo Honório, que imaginava Madalena como uma mulher frágil, incomoda-se profundamente com o comportamento da moça. Não conseguindo dominar a mulher como controlava todos, Paulo Honório se torna cada vez mais agressivo com todos e revela um ciúmes excessivo. Mesmo o nascimento do filho não ameniza o ciúmes que sente de Madalena e suas desconfianças de traição. No dia seguinte Paulo Honório vê a esposa muito abatida escrevendo uma carta para Azevedo Gondim e novamente se descontrola exigindo explicações. Ela então rasga a carta e o chama de assassino. E assim Paulo Honório vai ficando cada vez mais paranóico em relação à suposta infidelidade da mulher. Enquanto isso, Madalena sofria e sua solidão só aumentava, sentindo-se humilhada. Por fim, perde o interesse pelo próprio filho, que não era amado pelos pais e vivia solto na fazenda. Um dia lá da fazenda Paulo Honório vê Madalena escrevendo. Então percebe uma folha no chão. Lendo e relendo o trecho escrito, Paulo Honório tem certeza que é uma carta endereçada para um homem. Ele sai atormentado à procura da esposa e a encontra na igreja com uma aparência muito calma. Ele briga, mas ela lhe diz muito desanimada que o restante das folhas estão no escritório. Por fim, ela lhe pede perdão por todos os aborrecimentos e diz que o ciúmes estragou a vida dos dois. Paulo Honório passa a noite sozinho no banco da igreja. Chegando a casa no dia seguinte, descobre que Madalena havia se suicidado. Ela havia deixado sobre a bancada uma carta de despedida para o marido, sendo que faltava uma página, justamente aquela que ele havia encontrado no chão no dia anterior. Após a morte de Madalena, D. Glória e Ribeiro deixam a fazenda. Luís Padilha se junta aos revolucionários para lutar na Revolução de 30 e também deixa São Bernardo. O juiz Magalhães é afastado do cargo e os limites da fazenda passam a ser contestados judicialmente. Com tudo isso, Paulo Honório se encontra abandonado, e com a fazenda falida.

Amargurado pelo passado e incapaz de mudar, Paulo Honório ficou então a terminar de escrever o livro onde narrava a sua vida, não tendo nem mesmo o filho, já que por ele não tinha amor.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

sexta-feira, 26 de abril de 2013


1) ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS
A oração subordinada substantiva tem valor de substantivo e vem introduzida, geralmente, por conjunção integrante (que, se).
Por Exemplo:
Suponho
que você foi à biblioteca hoje.

Oração Subordinada Substantiva

Você sabe
se o presidente já chegou?

Oração Subordinada Substantiva
Os pronomes interrogativos (que, quem, qual) também introduzem as orações subordinadas substantivas, bem como os advérbios interrogativos (por que, quando, onde, como). Veja os exemplos:
O garoto perguntou
qual era o telefone da moça.

Oração Subordinada Substantiva

Não sabemos
por que a vizinha se mudou.

Oração Subordinada Substantiva
Classificação das Orações Subordinadas Substantivas
De acordo com a  função que exerce no período, a oração subordinada substantiva pode ser:
a) Subjetiva
É subjetiva quando  exerce a função sintática de sujeito do verbo da oração principal. Observe:
É fundamental
o seu comparecimento à reunião.
Sujeito



É fundamental
que você compareça à reunião.
Oração Principal
Oração Subordinada Substantiva Subjetiva

Atenção:
Observe que a oração subordinada substantiva pode ser substituída pelo pronome " isso". Assim, temos um período simples:
É fundamental isso ou Isso é fundamental.
                                         Sujeito
Dessa forma, a oração correspondente a "isso" exercerá a função de sujeito.

Veja algumas estruturas típicas que ocorrem na oração principal:
1- Verbos de ligação + predicativo, em construções do tipo:
É bom - É útil - É conveniente - É certo - Parece certo - É claro - Está evidente - Está comprovado
Por Exemplo:
É bom que você compareça à minha festa.
2- Expressões na voz passiva, como:
Sabe-se - Soube-se - Conta-se - Diz-se - Comenta-se - É sabido - Foi anunciado - Ficou provado
Por Exemplo:
Sabe-se que Aline não gosta de Pedro.
3- Verbos como:
convir - cumprir - constar - admirar - importar - ocorrer - acontecer
Por Exemplo:
Convém que não se atrase na entrevista.
Obs.: quando a oração subordinada substantiva é subjetiva, o verbo da oração principal está sempre na 3ª. pessoa do singular.

b) Objetiva Direta
A oração subordinada substantiva objetiva direta exerce função de objeto direto do verbo da oração principal.
Por Exemplo:
Todos querem sua aprovação no vestibular.
                                         
Objeto Direto                                  
                                                                                                     
Todos querem        
que você seja aprovado. (Todos querem isso)
Oração Principal     Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta

As orações subordinadas substantivas objetivas diretas desenvolvidas são iniciadas por:
1- Conjunções integrantes "que" (às vezes elíptica) e "se":
Por Exemplo:
A professora verificou se todos alunos estavam presentes.
2-  Pronomes indefinidos que, quem, qual, quanto (às vezes regidos de preposição), nas interrogações indiretas:
Por Exemplo:
O pessoal queria saber quem era o dono do carro importado.
3- Advérbios como, quando, onde, por que, quão (às vezes regidos de preposição), nas interrogações indiretas:
Por Exemplo:
Eu não sei por que ela fez isso.
Orações Especiais
Com os verbos deixar, mandar, fazer (chamados auxiliares causativos) e ver, sentir, ouvir, perceber (chamados auxiliares sensitivos) ocorre um tipo interessante de oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo. Observe:
Deixe-me repousar.
Mandei-os sair.
Ouvi-o gritar.
   Nesses casos, as orações destacadas são todas objetivas diretas reduzidas de infinitivo. E, o que é mais interesante, os pronomes oblíquos atuam todos como sujeitos dos infinitivos verbais. Essa é a única situação da língua portuguesa em que um pronome oblíquo pode atuar como sujeito. Para perceber melhor o que ocorre, convém transformar as orações reduzidas em orações desenvolvidas:
Deixe que eu repouse.
Mandei que eles saíssem.
Ouvi que ele gritava.
   Nas orações desenvolvidas, os pronomes oblíquos foram substituídos pelas formas retas correspondentes. É fácil compreender agora que se trata, efetivamente, dos sujeitos das formas verbais das orações subordinadas.

c) Objetiva Indireta
A oração subordinada substantiva objetiva indireta atua como objeto indireto do verbo da oração principal. Vem precedida de preposição.
Por Exemplo:
Meu pai insiste em meu estudo.
                               Objeto Indireto
                              
Meu pai insiste
em que eu estude.  (Meu pai insiste nisso)
           Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta
Obs.: em alguns casos, a preposição pode estar elíptica na oração.
Por Exemplo:
Marta não gosta (de) que a chamem de senhora.
                Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta

d) Completiva Nominal
A oração subordinada substantiva completiva nominal completa um nome que pertence à  oração principal e também vem marcada por preposição.
Por Exemplo:
Sentimos orgulho de seu comportamento.
                            
     Complemento Nominal 
                       
Sentimos orgulho
de que você se comportou. (Sentimos orgulho disso.)
                     Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal
Lembre-se:
   Observe que as orações  subordinadas substantivas objetivas indiretas integram o sentido de um verbo, enquanto que orações subordinadas substantivas completivas nominais integram o sentido de um nome. Para distinguir uma da outra, é necessário levar em conta o termo complementado. Essa é, aliás, a diferença entre o objeto indireto e o complemento nominal: o primeiro complementa um verbo, o segundo, um nome.

e) Predicativa
   A oração subordinada substantiva predicativa exerce papel de predicativo do sujeito do verbo da oração principal e vem sempre depois do verbo ser.
Por Exemplo:
Nosso desejo era sua desistência.
                            Predicativo do Sujeito
                        
Nosso desejo era que ele desistisse. (Nosso desejo era isso.)
             
Oração Subordinada Substantiva Predicativa                            
Obs.: em certos casos, usa-se a preposição expletiva "de" para realce. Veja o exemplo:
A impressão é de que não fui bem na prova.

f) Apositiva
A oração subordinada substantiva apositiva exerce função de aposto de algum termo da oração principal.
Por Exemplo:
Fernanda tinha um grande sonho: a chegada do dia de seu casamento.
                                                                                       
Aposto
(Fernanda tinha um grande sonho: isso.)


Fernanda tinha um grande sonho: que o dia do seu casamento chegasse.
                                Oração Subordinada Substantiva Apositiva
Saiba mais:
   Apesar de a NGB não fazer referência, podem ser incluídas como orações subordinadas substantivas aquelas que funcionam como agente da passiva iniciadas por "de" ou "por" , + pronome indefinido.  Veja os exemplos:
O presente será dado por quem o comprou.
O espetáculo  foi apreciado por quantos o assistiram .