Pesquise sobre a estação que está iniciando e escreva um comentário sobre as
suas principais características na região sul do Brasil, ou seja, no nosso
estado. Não se esqueça de enriquecer o teu texto com as descrições minuciosas. Valerá
meio ponto extra para o 3° trimestre a atividade.
Este espaço é destinado aos alunos do 6º ano, 7º ano, 8º ano, 8ª série, 1º ano EM e 2º ano EM. As atividades aqui postadas são de Ensino Religioso e denotam a filosofia de nossa escola.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Concordância Pronominal
Próclise (antes do verbo)
A próclise é usada quando, antes do verbo, houver uma palavra que tenha força atrativa sobre o
pronome oblíquo (P.O). Tais palavras, às quais podemos chamar de fatores de próclise (F.P.),
são principalmente:
A próclise é comum nos seguintes casos:
1. Quando o verbo segue um partícula negativa: não, nunca, jamais, nada, ninguém. Exemplos:
Não nos responsabilizaremos por sua atitude rebelde.
Nunca se acusou um cliente por esses motivos.
Um vendedor de nossa empresa jamais se contentará com níveis de faturamento tão baixos.
O relatório fora bem escrito, mas nada o recomendava como modelo que devesse ser imitado.
Ninguém o viu chegar, mas ele já se encontra no escritório.
2. As orações que se iniciam por pronomes e advérbios interrogativos também exigem antecipação
do pronome ao verbo:
Por que o diretor se ausentou tão cedo?
Como se justificam essas afirmações?
Quem lhe disse que o gerente de vendas não se interessaria por tal fato?
3. As orações subordinadas também exigem antecipação do pronome ao verbo.
Ainda que lhe enviassem relatórios substancias, não poderia tomar nenhuma decisão.
Quando o office-boy o interrogou, ele levantou a cabeça.
Aquela correspondência que te chegou às mãos...
4. Alguns advérbios exercem força atrativa sobre o pronome: mal, ainda, já, sempre, só, talvez,
não:
Mal se despedira...
Ainda se ouvirá a voz dos que clamam no deserto.
Já se falou aqui da inconseqüente...
Só se acredita naquilo por que se interessa.
Os relatórios talvez se abstenham de informar...
Não se manifestará apoio ao desonesto, corrupto e politiqueiro idealizador de semelhante
comemoração.
5. A palavra ambos, bem como alguns indefinidos (alguém, todos, tudo, outro, qualquer ) também
tem força atrativa:
Ambos os empregados me inquiriram sobre suas férias.
Alguém te dirá aos ouvidos...
Todos te olharão de esguelha...
tudo se transformará com o tempo.
Outra secretária se ajustará ao cargo com dificuldade.
Qualquer pessoa se persigna quando a situação está preta.
6. Nas locuções verbais, se houver negação ou pronome relativo, interrogativo:
Não se pode deixar de realizar...
Coisas que se podem deixar de realizar...
Por que se deve realizar esta tarefa?
7. Se o verbo estiver no futuro do presente ou futuro do pretérito, pode-se utilizar a antecipação pronominal:
Eu me dedicarei aos estudos gramaticais quando...
Eu me dedicaria aos estudos gramaticais se...
Pode-se também utilizar mesóclise, mas não é aconselhável, por revelar-se pedante. Embora o
pronome pessoal do caso reto não tenha força atrativa, é recomendável a próclise para evitar o
preciosismo da mesóclise.
8. Se houver vírgula depois do advérbio deve-se usar ênclise e não próclise.
Agora, esquecem-se dos amigos.
Mesóclise
O pronome oblíquo só pode ficar em mesóclise quando o verbo estiver no futuro (do presente ou
do pretérito).
Dar-me-ei o prazer de...
Recomendar-nos-ia...
Para evitar afetação, recomenda-se
buscar a forma menos preciosa de construção. Coloca-se
então um pronome pessoal e antecipa-se
o pronome:
Eu me darei o prazer de...
Eles nos recomendaria...
obs.: Caso o verbo esteja no futuro, mas antes dele haja um fator de próclise, deve-se usar próclise
e não mesóclise.
Dar-te-ei
meu apoio. (mesóclise)
Não te darei meu apoio. (próclise)
Ênclise
1. Nos casos infinitivos, pode-se postecipar o pronome ao verbo:
O presidente quis enviar-lhe...
Para dizer-lhe a verdade...
Também se admite a construção:
Para lhe dizer a verdade...
2. A ênclise é obrigatória quando nada atrai o pronome oblíquo:
A secretária começou a interrogá-la...
Admite-se que o operador continue a digitá-lo.
3. O pronome tende a permanecer depois do verbo nas locuções verbais. Portanto, não fica solto
entre os verbos:
A copeira continuou respondendo-lhe às perguntas.
Quando tu poderá dizer-nos...
Usos dos pronomes oblíquos com as formas nominais
Formas nominais:
Infinitivo: andar, viver etc.
Gerúndio: andando, vivendo etc.
Particípio: andado, vivido etc.
Verbo auxiliar + infinitivo
Há várias construções possíveis:
Devia preparar-me melhor.
v.aux. aaainfin.
Devia-me preparar melhor.
Não devia preparar-me melhor.
Não me devia preparar melhor.
Não devia me preparar melhor.
Verbo auxiliar + gerúndio
Há várias construções possíveis:
A gasolina foi-se acabando.
A gasolina foi acabando-se.
Verbo auxiliar + particípio
Há várias construções possíveis:
Eles se haviam esforçado
Eles haviam-se esforçado.
Observação: Não se coloca pronome oblíquo após particípio:
Eles haviam esforçado-se.
(errado)
Observações gerais:
1. Não é recomendável iniciar oração com pronome oblíquo:
Me telefonaram esta manhã de João Pessoa.
Te perguntaram alguma coisa?
Se esqueceu de falar o gerente?
2. O gerúndio determina que o pronome venha antes dele ou depois dele (mas sempre ligado por
hífen a um verbo) quando em locuções verbais:
A secretária ia-se esquecendo de relatar...
A secretária ia esquecendo-se de relatar...
A gramática tradicional recomenda que o pronome não fique solto entre os verbos:
A secretária ia se esquecendo...
3. É comum e desejável substituir o pronome possessivo por um oblíquo:
Queimei o seu braço...
Queimei-lhe o braço...
Pisei no seu pé...
Pisei-lhe o pé...
sexta-feira, 5 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Larissa
Liberdade
ainda que tardia
Em uma bela
manhã, Thomas Gonzaga acordou com uma enxaqueca por causa da bebedeira com os
amigos na noite passada. Naquela manhã Thomas acordou mal- humorado, tentou
concentrar-se no seu trabalho como poeta, mas nada adiantava, então leu uma de
suas crônicas, Marilia.
Thomas tinha
um afilhado Antonio Manuel Azevedo, que iria passar uma temporada na casa de
Thomas, seu pai não estava tendo condições financeiras para administrar sua
fazenda. Antonio sabendo ler e escrever ficou encarregado de ajudar Thomas nas
poesias e deveres de casa.
Thomas estava
enamorado uma moça muito bonita, de pela alva, cabelos negros e olhos
castanhos, seu nome era Maria Doroteia.
A jovem moça
quando tinha apenas 13 anos de idade perdeu sua mãe. Seu pai Baltasar Manrique
com a morte da esposa, decidiu partir para o interior de Minas Gerais. Maria
Doroteia foi morar com os tios Bernardo e Eufrásia.
Certo dia
Thomas sendo amigo de Genoveva, tia de Maria Doroteia, Thomas fez uma visita a
Genoveva e Maria Doroteia. Thomas ficou encantado com o dom da música que Maria
Doroteia tinha, ela tocava piano e cantava divinamente.
Thomas e Maria Doroteia se apaixonaram
subitamente um pelo outro, começaram um namoro que no começo foi contra pelos
tios de Maria Doroteia, mas com o tempo eles aceitaram. Depois de um ano de
namoro Thomas a pediu em casamento.
O governador
de Vila Rica nunca gostou de Thomas, sem nenhum motivo ele mandou uma ordem de
despejo a Thomas. Thomas teve a ideia de derrubar o governador de seu cargo
junto com seus amigos, mas um de seus amigos Joaquim Silvério dos Reis, o traiu
e o governador ficou sabendo de complô, e por causa disso Thomas foi preso.
Maria
Doroteia sem saída terminou o noivado apesar de ama-lo muito. Thomas poderia
ter ido para a forca junto com seus amigos, mas sua sentença foi ir para
Moçambique na África.
Em Moçambique
ele refez sua vida e casou-se com a filha de um comerciante de grandes posses
em 1793.
Yan de Oliveira Fisch
A ilíada
Tudo começou em Esparta. O rei
de Esparta, Tíndaro, casado com Leda, a ninfa, teve uma linda filha chamada
Helena. Não havia mulher mais bonita que Helena em toda a Grécia. Tíndaro fez
com que todos os príncipes jurassem que sempre seriam amigos do homem que
Helena escolhesse como marido, e eles juraram, pois achavam que um deles seria
escolhido por Helena. Mas Helena escolheu o príncipe Menelau, filho de Atreu e
irmão de Agamenom. Agamenom reinava em Micenas, e, algum tempo depois, o pai de
Helena morreu consequentemente tornando Menelau o novo rei de Esparta. Ele e
Helena viviam muito felizes até que apareceu Páris, um dos dezenove filhos de
Príamo, o rei de Tróia, cidade da antiga Ásia. Páris raptou Helena e ainda
levou muitas jóias, ouro e pedras preciosas. Menelau e Agamenom convocaram os
príncipes da Grécia e disseram que deveriam cumprir o juramento e ajudar
Menelau a tomar Helena de volta de Páris, eles e muitos soldados então
partiraram para Tróia e entre eles estavam: Diomedes, capitão de grande valor e
chefe da armada; Ajax, o grande, brutal, mas célebre porque possuía bom
caráter, e Ajax, o pequeno, considerado o mais valente depois de Aquiles, pois
disputou as armas de heróis com Ulisses; Teucro, o arqueiro, irmão de Ajax, o
grande; Nestor, que era o homem mais velho do mundo; Ulisses, o mais esperto de
todos; Aquiles, o mais valente e seu melhor amigo Pátroclo. Cercaram durante
nove anos a cidade de Tróia, mas não conseguiram passar pelas muralhas, então,
ficando quase sem suprimentos decidiram saquear as cidades vizinhas, e foi
assim que começou a guerra de Tróia. Assaltaram a cidade de Crises e cada um
pegou o que quis. Agamenom pegou a jovem Criseida, filha do sacerdote de Apolo,
Crises. Ele então chegou ao acampamento dos gregos e pediu para que Agamenom
devolvesse sua filha, mas Agamenom não a devolveu, então pediu para que Apolo o
ajudasse, Apolo se zangou ao ver que Agamenom teve sua filha roubada, ele então
fez com que a cada dia que se passava morressem mais e mais soldados da Grécia,
os reis se reuniram para comentar a morte dos seus soldados. Calcante, o
sacerdote e adivinho, disse que isto tudo era culpa de Agamenom, pois ele tinha
roubado Criseida, a filha de Crises. Agamenom se enfureceu, pois não queria
devolver Criseida, ele queria ficar com ela. Aquiles disse que ele era o mais
ganancioso de todos os reis e que ele iria matá-lo, mas então a deusa Atená
disse para que ele não matasse Agamenom, Aquiles então concordou e apenas chegou
Agamenom que irritado resolveu devolver a jovem Criseida a Crises. No dia
seguinte todos os reis foram até os portões de Tróia e chamaram por Páris para
que ele lutasse com um dos soldados. Páris pediu para que o exército grego
mandasse o melhor soldado que eles tivessem, Menelau se ofereceu para lutar já
que Páris havia raptado sua esposa, Páris, ao ver Menelau se escondeu dentro do
exército troiano, pois estava com medo. Heitor, um dos seus irmãos disse que se
ele tinha a coragem de raptar Helena então ele também deveria ter a coragem de
lutar contra o soldado do exército grego, Páris reconheceu isso resolveu voltar
para lutar com Menelau, Páris lutou e lutou, mas não conseguiu derrotar
Menelau, ele então fugiu para longe, quando estava longe o bastante ele lançou
uma flecha em Menelau que apenas o machucou, mas não teve ferimentos graves, a
partir desse momento Grécia e Tróia começaram a guerrear, muitos soldados
morreram nessa trágica guerra, que aconteceu por culpa de um troiano que
resolveu raptar Helena, a esposa de Menelau. Várias semanas se passaram e o
povo continuava guerreando enquanto Aquiles continuava com raiva de Agamenom,
pois ele não se importou que Agamenom devolvesse Criseida, ele continuava
irado. Certo dia essa raiva ficou tão grande que Aquiles resolveu não lutar
mais, ele só iria lutar se o exército troiano botasse fogo em seus navios.
Enquanto isso, em Tróia, Heitor estava comandando os exércitos, pois Zeus
queria que Tróia derrotasse a Grécia, após os gregos implorarem e após Agamenom
ter feito as pazes com Aquiles ele ainda não queria batalhar, ele apenas mandou
seu amigo, Pátroclo, pegar suas armas e suas armaduras para se disfarçar e
fazer os troianos acharem que Aquiles iria batalhar contra eles, pois os
troianos tinham muito medo de Aquiles, mas Heitor não teve medo e resolveu
tentar a sorte e batalhou com "Aquiles" descobrindo que ele era na
verdade Pátroclo, Heitor então se encheu de raiva e matou Pátroclo. Aquiles
quando viu que seu amigo morreu fez um funeral para Pátroclo e jurou vingança,
ele então recebeu armaduras especiais que sua mãe, a deusa Tétis, deu a ele,
então enfurecido avançou na batalha, ele viu que Heitor estava fora da muralha
e resolveu enfrentá-lo. Zeus resolveu favorecer os Gregos na guerra, pois maioria
dos deuses apoiava os gregos, então Zeus resolveu apoia-los também, assim que
Heitor foi morto Zeus disse para Aquiles que devolvesse o corpo ao rei de
Tróia, Príamo, e ele assim o fez. Mas os irmãos de Heitor continuaram guerreando,
então Aquiles teve uma idéia, já que eles não conseguiam invadir a muralha eles
poderiam fazer algo para entrar na cidade. Eles tiveram a idéia do cavalo de
Tróia, parte dos gregos ficaria de fora dizendo que haviam desistido e que o cavalo
era um presente para os troianos, enquanto os melhores guerreiros ficavam
dentro do cavalo. Quando eles entraram com o cavalo na cidade esperaram até
anoitecer e então saíram do cavalo e atacaram a cidade de Tróia, foi assim que
os gregos venceram a batalha de Tróia, com o cavalo de Tróia.
MARIA LUIZA
Guia
dos mochileiros DAS GALÁXIAS
O
livro guia dos mochileiros das galáxias é uma comedia, fala sobre a história de
Arthur Dent um típico inglês, e em certo dia Arthur Dent descobre que Ford
prefect um de seus melhores amigos, é um extraterrestre, e também que a terra
esta prestes a ser destruída, antes que o seu planeta se destruísse ele pegou
carona em uma das naves dos Vogons. Mais quando os Vogons percebem que Arthur e
Ford estão dentro de uma de suas naves, então os comandantes dos Vogons decide expulsa-los
da nave diretamente para o espaço, mais com a sorte dos dois eles são
resgatados por a nave do presidente da galáxia de Trillian. Então assim começa
a jornada de Arthur Dent pelo universo, conhecendo cada vez mais o nosso
universo e vivendo altas aventuras com seu amigo Ford.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
JOÃO VITOR Menezes
Resumo do livro é tarde para saber:
Rio de Janeiro, década de 70. A Ditadura Militar
está no auge da repressão. É neste cenário que se passa a história de amor de
Cássio e Mariana. Ele um estudante de Engenharia de família humilde. Ela filha
de um empresário simpatizante do governo. Entre encontros e desencontros
marcados por sinais deixados na parede do prédio de Mariana, Josué Guimarães nos
faz conhecer sutilmente a cruel realidade a que o país estava exposto. Mariana
se vê a cada dia mais distante de seu amado, sem saber ao menos se seu
verdadeiro nome é o que ele diz ou o que quer que seja que ele esconde, vive
entre ilusões e desilusões de um amor tragicamente marcado pela repressão do
Governo Militar
Trecho:
- Que houve com o meu
amor?
Cássio estava com a
mesma roupa de sempre, mas amarrotada e suja, tinha as mãos esfoladas e um
pedaço de esparadrapo sem cor amarrado num dedo. Estavam num café de
banhista, numa mesa de tampo de mármore negro e rachado, havia algazarra no
comprido balcão e um rapaz veio perguntar o que queriam.
- Um guaraná - pediu Cássio sem levantar os olhos.
Ela disse que não queria nada, olhava angustiada para sua cara encovada, queria saber o que acontecera, afinal o que se passara.
- Pelo amor de Deus, houve alguma coisa; cinco dias, seis sem telefonar , sem um olá pelo manos, olhe ai a sua camisa, você está muito machucado?
O garçom voltou com uma garrafa pequena e dois copos, dividiu a bebida da melhor maneira que pôde, Cássio pegou do seu copo, levantou-o a meia altura:
- Ao nosso amor
Mariana fez o mesmo, repetiu o brinde como quem faz uma prece, confessou que se ele se obstinasse a não dizer nada era bem possível que ela começasse a chorar, e logo ali, na frente de toda aquela gente desconhecida; morreria de vergonha.
- Que é isso, Mariana, não houve nada, um acidente - passou a mão ferida pelo cabelos revoltos, sorriu desajeitada - essas coisas acontecem às melhores famílias, o que não é o meu caso, evidentemente.
- Não me parece acidente.
- E que sabe você de acidentes? Há várias formas de acidentes, esta que me aconteceu foi uma. Sabe, um sujeito passou por mim e disse, você está namorando uma menina que não é para o seu bico, porque não procura gente da sua laia, e eu fui pra cima dele e quebrei-lhe a cara e ele me deixou umas marcas pra servirem de testemunhas que briguei por sua causa.
Mariana olhava-o descrente, com ar irônico.
- Está bem não houve nada disso. Digamos que houve uma coisa muito diferente, um velho amigo que de repente faz uma sujeira, chega-se às vias de fato como qualquer moleque de rua, briga-se e aqui está à prova de tudo o que eu digo. Já sei, você não acredita numa palavra do que eu digo.
- Um guaraná - pediu Cássio sem levantar os olhos.
Ela disse que não queria nada, olhava angustiada para sua cara encovada, queria saber o que acontecera, afinal o que se passara.
- Pelo amor de Deus, houve alguma coisa; cinco dias, seis sem telefonar , sem um olá pelo manos, olhe ai a sua camisa, você está muito machucado?
O garçom voltou com uma garrafa pequena e dois copos, dividiu a bebida da melhor maneira que pôde, Cássio pegou do seu copo, levantou-o a meia altura:
- Ao nosso amor
Mariana fez o mesmo, repetiu o brinde como quem faz uma prece, confessou que se ele se obstinasse a não dizer nada era bem possível que ela começasse a chorar, e logo ali, na frente de toda aquela gente desconhecida; morreria de vergonha.
- Que é isso, Mariana, não houve nada, um acidente - passou a mão ferida pelo cabelos revoltos, sorriu desajeitada - essas coisas acontecem às melhores famílias, o que não é o meu caso, evidentemente.
- Não me parece acidente.
- E que sabe você de acidentes? Há várias formas de acidentes, esta que me aconteceu foi uma. Sabe, um sujeito passou por mim e disse, você está namorando uma menina que não é para o seu bico, porque não procura gente da sua laia, e eu fui pra cima dele e quebrei-lhe a cara e ele me deixou umas marcas pra servirem de testemunhas que briguei por sua causa.
Mariana olhava-o descrente, com ar irônico.
- Está bem não houve nada disso. Digamos que houve uma coisa muito diferente, um velho amigo que de repente faz uma sujeira, chega-se às vias de fato como qualquer moleque de rua, briga-se e aqui está à prova de tudo o que eu digo. Já sei, você não acredita numa palavra do que eu digo.
Eu confesso, nunca fui muito fã de livros de bolso
apesar de o texto estar sempre na integra, acho que é mais uma questão pessoal
mesmo. Enfim, mas quando vi este na prateleira não pude deixar de ler, primeiro
pela capa maravilhosa e depois por se tratar da ditadura que é um dos
assuntos que mais me fascinam na história do Brasil. Além de tudo isso o que
realmente chamou minha atenção é que o autor escreveu e publicou o livro
enquanto o Brasil ainda vivia sob os domínios militares, uma tremenda audácia em
minha opinião.
Acho legal destacar também que neste romance Josué
Guimarães mostra os dois lado da juventude da época, de um lado Mariana que
representa o lado alienado dos jovens de então com sua inocente inconsciência e
do outro Cássio estudante, um jovem aventureiro, cheio de audácia e integrante
da luta armada (isso não é dito literalmente durante a narrativa).
Emanuelle Fabrin Debiasi
Profissão Jovem
Autora : Marcia Kupstas
Este livro conta varias historias
sobre jovens em seus primeiros empregos ou indecisões em suas primeiras
carreiras .
Uma das historias conta sobre um
garoto chamado Juan ,ele estava com medo de contar para o pai que não queria
cursar medicina pois não era o que ele queria , ele chegou à frente do hospital
onde seu pai estará (esse hospital era da família há mais de 60 anos , quem o
criou foi seu avô), ficou um tempo parado na frente do hospital com medo do que
seu pai iria dizer sobre sua decisão , ate que a sombra de um senhor e quando
vê era seu avô , ele o chama para tomar um café em uma lancheria dentro do
hospital , se sentam em dois bancos vagos há frente do balcão , então o garçom
se aproxima e o avô pede uma xícara de café e Juan um refrigerante , enquanto esperavam
seus pedidos , Juan fez algumas perguntas ao avô , o garoto perguntou ao avô
porque ele quis ser medico , e o avô respondeu por oportunidade , porque
naquela época tudo era mais fácil , e o avô aproveitou e contou uma historia
sobre um homem que estudou com ele na faculdade , ele era super inteligente se
dava bem em todas as cadeiras (da faculdade) que estava , ele poderia ser um
ótimo medico , engenheiro ou advogado , só que ele escolheu ser professor de
educação física e todos ao seu redor riram dele por sua escolha ; quando o avô
terminou de contar a historia Juan começou a defender aquele homem dizendo, que
se ele tinha um sonho pelo menos ele lutou pelo sonho dele e não foi
influenciado por ninguém , quando ele terminou de falar isso contou toda
verdade para avô , e o avô disse que o pai dele ia “matar” mas iria passar e
também disse não tinha problema pois nem ele era mais medico pois era mais de
10 anos que não entrava em um consultório para atender , e que ficou cuidando
mais da parte da publicidade do hospital, e então Juan se levantou de onde
estava para contar sua decisão ao seu pai.
E tem também outra historia que conta
sobre uma menina que queria muito ter um emprego para ter seu dinheirinho extra
além da mesada e também porque tinha uma menina que ela odiava que ficava se
exibido porque tinha um emprego em uma loja de grife chamada Dirce Modas ,então
em uma tarde ensolarada ela resolveu ir ao shopping procurar um emprego
,chegando La foi a uma sorveteria e lá ela enxergou uma placa dizendo
“precisamos de atendentes’’ , ela queria pegar aquele emprego mas foi ver se
tinha emprego na loja de grife onde sua “amiga” trabalhava chegando lá começou
a olhar a as roupas e viu que não tinha nada de grife e sim era roupas para
pessoas mais gordinhas , ela saiu de lá da loja rindo muito , e depois foi lá
naquela sorveteria fez a entrevista e conseguiu o emprego .
Marco Antônio
Nome do livro: No fundo do quintal
Uma família
pequena, o casal e dois filhos, chegam de mudanças para uma cidade no interior.
Eugênio e Fernanda logo descobrem algo
muito interessante pra fazer, abrir no grande quintal da casa uma trilha que
vai conduzir à cabana que planejam construir lá no fundo. De repente a picareta
dá um tranco e eles descobrem que ali existe um poço, Eugênio e Fernanda olham
pra ver o que tem dentro deste posso e descobrem que neste poço tem dois sacos
pretos cheios de livros que falavam sobre a história e geografia do Brasil. Já
descobriram o mistério de o que tinha lá e tinham que descobrir o segundo
mistério que é quem e porque enterraram os livros lá. Então Eugênio e Fernanda
foram ir as buscar da resposta desse mistério. Eugênio vê que aqueles livros
pertenciam a Laurindo, então ele quer ir lá descobrir quem era ele. Ele vai à
casa de Beatriz que estuda em seu colégio e é a garota que ele se apaixona e
pergunta para o pai dela se ele conhece o Laurindo, mas o pai de Beatriz não
chegou a conhecê-lo então disse a Eugênio para ele ir até a casa do velho
Anastácio que mora lá a mais. Anastácio diz que Laurindo morava ali com sua
esposa, era velho e eles se falavam pouco até que um dia passou um carro e o
levou e nunca mais apareceu.
Thiago Carvalho
A história de Fernão
Capelo Gaivota
Em um dia de sol,
com um mar calmo, amanhecia um novo dia. Sozinho, longe da costa, Fernão Capelo
Gaivota treinava, baixava os pés, levantava o bico e tentava manter suas asas
em uma curva, que fazia voar devagar, fechou os olhos para se concentrar
melhor, segurou a respiração, mas se atrapalhou e caiu. As gaivotas nunca se atrapalham, nunca caem,
isso seria uma desgraça para elas, mas sem se intimidar Fernão Capelo Gaivota
tentou fazer sua curva, mas novamente atrapalhou-se.
Fernão nos dias
seguintes tentou ser como as outras gaivotas, mas não conseguiu. Começou a
treinar a velocidade, dez vezes tentou e dez vezes conseguiu chegar a 120
quilômetros por hora, mas sempre acabava atrapalhando-se e caindo na água. A
partir daquele momento ele se prometeu que seria uma gaivota normal, como as
outras. Veio à noite e duas gaivotas encontraram Fernão sozinho, pelo céu, ele
quis fazer um teste então diminuiu a velocidade, quase parando no ar,
deslizando lentamente, as duas gaivotas deslizaram também, elas sabiam voar
devagar, então Fernão pergunto quem eram elas, e elas responderam que eram de
seu bando e também suas irmãs, elas explicaram que ele já tinha aprendido
muito, e que elas iriam ensiná-lo ainda mais, então ele começou a voar com
elas.
Fernão começou a
notar que tinha melhorado o seu vôo, e onde estava às gaivotas pensavam como
ele. Pela noite, as gaivotas que não
treinavam seus vôos noturnos, juntaram-se na praia, Fernão criou coragem e foi
falar com a gaivota mais velha, seu nome era Chiang, mesmo sendo velho, era o
que batia qualquer gaivota do bando, então conversaram, e Fernão tratou de
começar a treinar com o velho Chiang.
Os dias começaram a
se passar e Fernão pensava na terra de onde ele veio quanto mais ele treinava
os seus exercícios, mais ele tinha vontade de regressar a terra.
Fernão volta para
seu antigo bando, para compartilhar suas experiências e descobertas, começou a
ser instrutor. Fernão então começou a trabalhar com seu novo aluno. Mas logo já
estava com seis gaivotas.
Fernão acabou morrendo, e um de seus alunos,
Francisco Gaivota, virou instrutor.
Helena Vedoy Silveira
Livro de José de Alencar
Nome: TIL
Besita era uma moça bem pobre, a mais linda da
região. Luis Galvão (fazendeiro) e João (órfão e criado) gostavam dela. Ela
acabou se apaixonando por Luis, mas ele decide não se casar com Besita por ela
ser bem pobre.
O pai dela começa a pressionar Besita, ela acaba se
casando com Ribeiro, que no dia das núpcias decide sair de viagem para resolver
problemas de família. Ele fica anos afastado de Besita, nesse tempo Luis se
encontra com ela, Besita pensa que era seu marido, tempinho depois por
consequência nasce Berta.
Num dia Ribeiro, volta da longa viagem e
encontra Besita com uma filha; de tanta raiva que ele fica, acaba matando
Besita e quase também Berta; mas Jão salva a vida da criança, mas não consegue
salvar Besita. Berta fica depois morando com ele, Tudinha e seu filho Miguel.
Jão depois de um tempo vira o capanga dos ricos da região, ele começa a matar e
começa a ser chamado de o temido Jão Fera. Mais ou menos 15 anos depois;
Ribeiro retorna a fazenda irreconhecível até com outro nome (Barroso), ele
volta decidido a se vingar de Luis. Ele contrata o próprio Jão que não o
reconhece, para matar Luis; mas Berta descobre e salva a vida de Luis.
Na segunda tentativa, Ribeiro com a ajuda de outros
escravos, incendeia o canavial; Luis apavorado tenta sozinho apagar o fogo, ma
enquanto tentava alguém lhe acerta uma pancada na cabeça; Jão chega e mata
todos os caras menos Ribeiro.
Depois de um tempo Jão é preso, quando Ribeiro fica
sabendo planeja outra vingança só que agora contra Berta. Quando ele se
aproxima dela, quando ele quase encosta ela chega Jão que recém tinha fugido da
prisão, Jão mata violentamente Ribeiro. Brás era sobrinho de Luis (ele tinha
problemas mentais), Este leva Berta para ver o ocorrido. Ela apavorada foge;
quando Jão fica sabendo que Berta o odiava ele decide se entregar para a
polícia.
Brás, mesmo com problema mentais se apaixona por
Berta, mas não por ele. Ela o ensina o abecedário, mas a única coisa que ele
grava é a palavra "TIL", então em meio à circunstância Berta se
autonomeia de "TIL" ela a partir daí começa encontrar várias maneiras
para ensinar o Brás. Com o tempo Berta questiona Luis sobre sua verdadeira
história, ele não fala. Jão foge de novo da prisão e conta toda a verdade para
a Berta; ela chora muito e acaba dizendo que em todos os anos o verdadeiro pai
que ela teve foi o Jão. Luis pede para Berta morar com ele, ela recusa e fica
morando na fazenda com Jão Fera e o querido Brás.
Gabi Mattos
Iracema
era uma índia morena que nasceu na tribo dos tabajaras, filha do Pajé e virgem
dos lábios de mel considerada a ‘’consagrada’’ ou a que agrada a Tupã, o deus
dos índios. Em uma ida as matas, Iracema encontrou um guerreiro branco chamado
Martim, na qual ela acertou uma flecha em seu rosto e ao perceber que não era
um inimigo, quebrou a flecha e deu a ponta para o homem, indicando a paz. Ela o
levou para sua cabana onde o Pajé foi muito hospitaleiro e ofereceu suas
melhores mulheres para ele. Na próxima manhã, os tabajaras iriam duelar com os
pitiguaras, uma tribo rival. Martim sentia saudade de sua noiva, e Iracema
estava se apaixonando por Martim, mas ao mesmo tempo, Irapuã se apaixonava por
Iracema. Irapuã era o líder dos tabajaras. O irmão de Iracema se chamava Caubi
e iria levar Martim para os pitiguaras antes que Irapuã resolvesse matar
Martim. Iracema, depois de muito sofrer
por ter que deixar seu amor, decidiu que iria fugir com ele e com Poti, o amigo
de Martim durante uma festa. Eles escolheram um lugar para viver afastado de
todos. Martim foi considerado da tribo dos pitiguaras e obteve o nome de: Coatiabo.
Poti e Martim foram convocados para batalhar e
Iracema ficou em seu lar cuidando da casa, enquanto estava grávida, e aos
poucos, ia se entristecendo até chegar o ponto de não aguentar mais. Iracema
teve seu filho e não tinha mais leite para dar a ele porque havia alimentado
filhotes, e seu irmão Caubi decidiu visita-la, mas ela disse para que ele
voltar.
Quando Martim e Poti voltaram para casa,
perceberam sua mulher quase morta mostrando seu filho, chamado de Moacir, e um
último pedido, que fosse enterrada em baixo de um coqueiro onde hoje é o Ceará.
Então, Martim voltou para sua terra com seu filho e após 4 anos, viajou para o
Ceará onde criou a fé cristã.
Ellen Almeida
Diário inventado
Flávia Savary
O diário inventado de Flavia Savary conta a historia de uma menina de 12
anos que se chamava Caroline que de tantos presentes ganhados em seu
aniversario o que mais chamou a atenção da mesma foi um diário de couro
vermelho com uma grande fivela na frente que especialmente ganhado pela a sua
madrinha Yasmim Diáfama. Caroline adorou presente em que sua madrinha deu-lha,
pois nunca tinha ganhado um diário na vida já estava ansiosa para escrever a
sua primeira frase um papel em branco, só que em fim Caroline não coloca
em seu diário coisas como: shopping, brigas com o irmão caçula, paqueras ou
filmes favoritos, a menina só colocava coisas de mil e uma noites.
Caroline escreve em seu diário uma louca história sobre “a mulher que
tinha serpentes em sua cabeça” a história que a menina é estranha, mais quem
todo seu diário Caroline conta historias estranhas que vem da sua
cabeça e essa não foi uma das diferentes.Essa mulher tinha mais ou menos cinco
serpentes carnívoras que comiam gente elas não tinham cabeças de cobra ,tinham
cabeças de humanos e quem passasse na frente delas seria azarado ou azarada,a
mulher se chamava Medenusa, a sua roupa favorita era um vestido azul e seu
colar com a mesma cor,e nesse colar concentravam-se seus poderes mágicos.
Madenusa era feiticeira mais conhecida da época, ninguém poderia supor
que, antes de se tornar uma bruxa assustadora, ela fora uma linda princesa.
Eduardo M. Siqueira
A história de Davi
Davi, filho de Jessé, era pastor das ovelhas de seu pai e
o mais novo de seus irmãos, ele era um jovem muito temente a Deus e fazia o que
agradava a Ele, por isso era muito especial. E sua história muda totalmente
quando certa vez o profeta Samuel vem à casa de seu para lá ungir o novo rei de
Israel, pois Saul não estava mais agradando a Deus, e o escolhido para ser
ungido o novo rei foi Davi e a partir daí a sua vida muda totalmente.
Havia uma guerra em Israel entre israelitas e filisteus,
e entre os filisteus havia um gigante chamado Golias, e nenhum israelita tinha
coragem de enfrentá-lo, a guerra se prolongava e Jessé estava preocupado com
seus filhos que estavam na guerra então mandou Davi, que não foi para a guerra,
para levar alimento a seus irmãos, e chegando lá vê Golias provocando os
israelitas e não admite aquilo e vai tomar uma iniciativa, mas o rei Saul vendo
que Davi era muito jovem tentas emprestam-lo sua armadura para ele assim
enfrentar o gigante, mas ele recusa a armadura e vai enfrentar o gigante.
O gigante quando vê o menino se aproximando dele o
menospreza e o ofende, pois vê Davi chegando perto dele apenas com uma funda e
algumas pedras, e nesse momento ninguém acreditava que o menino conseguiria
derrotar o gigante, mas Davi acreditava que Deus o ajudaria a vencer, e isso
foi o que aconteceu, pois Davi lançou uma pedra bem na testa do gigante Golias
e o matou, e depois da derrota do gigante os israelitas tiveram coragem e
derrotaram os filisteus, e depois daquele dia Davi ficou conhecido em toda
Israel, e despertou muita admiração e também ódio por parte de Saul, pois ele
não queria que Davi roubasse seu trono.
Durante o resto de sua história Davi teve que passar por
várias situações difíceis, como o ódio de Saul, mas Deus sempre estava o seu
lado o protegendo até a sua chegada ao trono, e depois de muito tempo ele
chegou lá.
Durante seu tempo como rei ele também passou por várias
situações difíceis inclusive pecou o que mais tarde lhe custou algumas coisas,
mas ele teve seu arrependimento e mudou, mas nunca deixou de ser um homem
temente a Deus e segundo o coração dele, e por isso foi um rei muito importante
para Israel e o maior que o país já teve.
Caroline Severo Vargas
Criado por uma negra doceira,
Paulo Honório foi um menino órfão que guiava um cego e vendia cocadas durante a
infância para conseguir algum dinheiro. Depois começou a trabalhar duro na roça
até os dezoito anos. Nessa época ele esfaqueia um homem que se envolve com a
primeira namorada de Paulo Honório. Então é preso e durante esse período
aprende a ler usando a bíblia. Ele passa somente a pensar em juntar dinheiro. Saindo
da prisão, Paulo Honório pega emprestado com um agiota uma quantia em dinheiro
e começa a negociar pelo sertão. Após conseguir juntar algumas economias,
retorna a sua terra natal, Viçosa, com o desejo de adquirir a fazenda São Bernardo,
onde tinha trabalhado. Para tanto, Paulo Honório inicia uma amizade falsa com
Luís Padilha, herdeiro de São Bernardo. Luís era um moço apaixonado por jogo,
mulheres e bebida, e aos poucos Paulo consegue conquistar a confiança dele.
Inexperiente, Luís Padilha começa a financiar projetos que não trarão sucesso
incentivado por Paulo Honório, que fazia tudo isso com a intenção de fazer Luís
Padilha ficar falido. Luis não tendo como pagar as dívidas da fazenda, para quitá-la, Paulo
o fez entregar as terras de São Bernardo a ele. Com a ajuda de seu amigo
Casimiro Lopes, Paulo Honório manda matar Mendonça, fazendeiro vizinho, e
consegue aumentar as terras de São Bernardo. Paulo Honório constrói estradas e
passa a se dedicar cada vez mais ao trabalho. Para conseguir isso, ele comete
as maiores injustiças. Seus ajudantes são: Gondim, o jornalista local; o padre
Silvestre; e o advogado Nogueira, que manipula os políticos locais. Com a
fazenda em ótima situação, Paulo Honório contrata Ribeiro para cuidar das
contabilidades, contrata Luís Padilha como professor e constrói uma escola para
alfabetizar os empregados e agradar ao governador do Alagoas. Além disso, manda
buscar a negra doceira (Margarida), arranjando moradia para ela na São
Bernardo. Um dia Paulo Honório percebe que precisa de um herdeiro para suas
ricas terras e por conta disso resolve se casar. Então, um dia conhece a
professora Madalena na casa do juiz Magalhães. Paulo Honório e Madalena se
casam. Após o casamento a moça e sua tia Glória mudam-se para a fazenda e o
rico fazendeiro vai percebendo que a rotina na São Bernardo começa a mudar. Madalena
se interessa pela vida dos empregados e dá opiniões sobre as condições
precárias na qual vivem estes. Paulo Honório, que imaginava Madalena como uma
mulher frágil, incomoda-se profundamente com o comportamento da moça. Não
conseguindo dominar a mulher como controlava todos, Paulo Honório se torna cada
vez mais agressivo com todos e revela um ciúmes excessivo. Mesmo o nascimento
do filho não ameniza o ciúmes que sente de Madalena e suas desconfianças de
traição. No dia seguinte Paulo Honório vê a esposa muito abatida escrevendo uma
carta para Azevedo Gondim e novamente se descontrola exigindo explicações. Ela
então rasga a carta e o chama de assassino. E assim Paulo Honório vai ficando
cada vez mais paranóico em relação à suposta infidelidade da mulher. Enquanto
isso, Madalena sofria e sua solidão só aumentava, sentindo-se humilhada. Por
fim, perde o interesse pelo próprio filho, que não era amado pelos pais e vivia
solto na fazenda. Um dia lá da fazenda Paulo Honório vê Madalena escrevendo.
Então percebe uma folha no chão. Lendo e relendo o trecho escrito, Paulo
Honório tem certeza que é uma carta endereçada para um homem. Ele sai
atormentado à procura da esposa e a encontra na igreja com uma aparência muito
calma. Ele briga, mas ela lhe diz muito desanimada que o restante das folhas
estão no escritório. Por fim, ela lhe pede perdão por todos os aborrecimentos e
diz que o ciúmes estragou a vida dos dois. Paulo Honório passa a noite sozinho
no banco da igreja. Chegando a casa no dia seguinte, descobre que Madalena
havia se suicidado. Ela havia deixado sobre a bancada uma carta de despedida
para o marido, sendo que faltava uma página, justamente aquela que ele havia
encontrado no chão no dia anterior. Após a morte de Madalena, D. Glória e
Ribeiro deixam a fazenda. Luís Padilha se junta aos revolucionários para lutar
na Revolução de 30 e também deixa São Bernardo. O juiz Magalhães é afastado do
cargo e os limites da fazenda passam a ser contestados judicialmente. Com tudo
isso, Paulo Honório se encontra abandonado, e com a fazenda falida.
Amargurado pelo passado e
incapaz de mudar, Paulo Honório ficou então a terminar de escrever o livro
onde narrava a sua vida, não tendo nem mesmo o filho, já que por ele não tinha
amor.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Olhem aí os nossos autores que logo logo estarão postando seus materiais.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
1) ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS
A oração subordinada substantiva tem valor de substantivo e vem
introduzida, geralmente, por conjunção integrante (que, se).
Por Exemplo:
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Suponho
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que você foi à biblioteca hoje.
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Oração Subordinada Substantiva
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Você sabe
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se o
presidente já chegou?
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Oração Subordinada Substantiva
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Os pronomes interrogativos (que, quem, qual) também introduzem as
orações subordinadas substantivas, bem como os advérbios interrogativos (por
que, quando, onde, como). Veja os exemplos:
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O garoto perguntou
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qual era o telefone da moça.
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Oração Subordinada Substantiva
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Não sabemos
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por que a vizinha se mudou.
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Oração Subordinada Substantiva
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Classificação das Orações Subordinadas Substantivas
De acordo com a função que exerce no período, a oração subordinada
substantiva pode ser:
a) Subjetiva
É subjetiva quando exerce a função sintática de sujeito
do verbo da oração principal. Observe:
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É fundamental
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o seu comparecimento à reunião.
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Sujeito
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É fundamental
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que você compareça à reunião.
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Oração Principal
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Oração Subordinada Substantiva Subjetiva
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Atenção:
Observe que a oração subordinada substantiva pode ser
substituída pelo pronome " isso". Assim, temos um período simples:
É fundamental isso ou Isso é fundamental.
Sujeito
Dessa forma, a oração correspondente a "isso"
exercerá a função de sujeito.
|
Veja algumas estruturas típicas que ocorrem na oração principal:
1- Verbos de ligação + predicativo, em construções do tipo:
|
É bom - É útil - É conveniente - É certo -
Parece certo - É claro - Está evidente - Está comprovado
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Por Exemplo:
É bom que você compareça à minha festa.
2- Expressões na voz passiva, como:
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Sabe-se - Soube-se - Conta-se - Diz-se -
Comenta-se - É sabido - Foi anunciado - Ficou provado
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Por Exemplo:
Sabe-se que Aline
não gosta de Pedro.
3- Verbos como:
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convir - cumprir - constar - admirar -
importar - ocorrer - acontecer
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Por Exemplo:
Convém que não se atrase na entrevista.
Obs.: quando a oração subordinada substantiva é subjetiva, o verbo da
oração principal está sempre na 3ª. pessoa do singular.
b) Objetiva Direta
A oração subordinada substantiva objetiva direta exerce função de
objeto direto do verbo da oração principal.
Por Exemplo:
Todos querem
sua aprovação no vestibular.
Objeto Direto
Todos querem que você seja aprovado. (Todos querem isso)
Oração Principal Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta
Objeto Direto
Todos querem que você seja aprovado. (Todos querem isso)
Oração Principal Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta
As orações subordinadas substantivas objetivas diretas desenvolvidas são
iniciadas por:
1- Conjunções integrantes "que" (às vezes elíptica) e
"se":
Por Exemplo:
A professora
verificou se todos alunos estavam presentes.
2- Pronomes indefinidos que, quem, qual, quanto (às vezes regidos
de preposição), nas interrogações indiretas:
Por Exemplo:
O pessoal
queria saber quem era o dono do carro importado.
3- Advérbios como, quando, onde, por que, quão (às vezes regidos de
preposição), nas interrogações indiretas:
Por Exemplo:
Eu não sei por que ela
fez isso.
|
Orações Especiais
Com os verbos deixar, mandar, fazer (chamados
auxiliares causativos) e ver, sentir, ouvir, perceber (chamados auxiliares
sensitivos) ocorre um tipo interessante de oração subordinada substantiva
objetiva direta reduzida de infinitivo. Observe:
Deixe-me repousar.
Mandei-os sair.
Ouvi-o gritar.
Nesses casos, as orações destacadas são
todas objetivas diretas reduzidas de infinitivo. E, o que é mais interesante,
os pronomes oblíquos atuam todos como sujeitos dos infinitivos verbais. Essa
é a única situação da língua portuguesa em que um pronome oblíquo pode atuar
como sujeito. Para perceber melhor o que ocorre, convém transformar as
orações reduzidas em orações desenvolvidas:
Deixe que eu repouse.
Mandei que eles saíssem.
Ouvi que ele gritava.
Nas orações desenvolvidas, os pronomes
oblíquos foram substituídos pelas formas retas correspondentes. É fácil
compreender agora que se trata, efetivamente, dos sujeitos das formas verbais
das orações subordinadas.
|
c) Objetiva Indireta
A oração subordinada substantiva objetiva indireta atua como objeto
indireto do verbo da oração principal. Vem precedida de preposição.
Por Exemplo:
Meu pai
insiste em meu estudo.
Objeto Indireto
Meu pai insiste em que eu estude. (Meu pai insiste nisso)
Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta
Objeto Indireto
Meu pai insiste em que eu estude. (Meu pai insiste nisso)
Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta
Obs.: em alguns casos, a preposição pode estar elíptica na oração.
Por Exemplo:
Marta não
gosta (de) que a chamem de senhora.
Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta
Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta
d) Completiva Nominal
A oração subordinada substantiva completiva nominal completa um nome
que pertence à oração principal e também vem marcada por preposição.
Por Exemplo:
Sentimos
orgulho de seu comportamento.
Complemento Nominal
Sentimos orgulho de que você se comportou. (Sentimos orgulho disso.)
Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal
Complemento Nominal
Sentimos orgulho de que você se comportou. (Sentimos orgulho disso.)
Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal
|
Lembre-se:
Observe que as orações subordinadas
substantivas objetivas indiretas integram o sentido de um verbo, enquanto que
orações subordinadas substantivas completivas nominais integram o sentido de
um nome. Para distinguir uma da outra, é necessário levar em conta o termo
complementado. Essa é, aliás, a diferença entre o objeto indireto e o
complemento nominal: o primeiro complementa um verbo, o segundo, um nome.
|
e) Predicativa
A oração subordinada substantiva predicativa exerce
papel de predicativo do sujeito do verbo da oração principal e vem
sempre depois do verbo ser.
Por Exemplo:
Nosso desejo
era sua desistência.
Predicativo do Sujeito
Nosso desejo era que ele desistisse. (Nosso desejo era isso.)
Oração Subordinada Substantiva Predicativa
Predicativo do Sujeito
Nosso desejo era que ele desistisse. (Nosso desejo era isso.)
Oração Subordinada Substantiva Predicativa
Obs.: em certos casos, usa-se a preposição expletiva "de" para
realce. Veja o exemplo:
A impressão é de que não fui bem na prova.
f) Apositiva
A oração subordinada substantiva apositiva exerce função de aposto
de algum termo da oração principal.
Por Exemplo:
Fernanda
tinha um grande sonho: a chegada do dia de seu casamento.
Aposto
(Fernanda tinha um grande sonho: isso.)
Fernanda tinha um grande sonho: que o dia do seu casamento chegasse.
Oração Subordinada Substantiva Apositiva
Aposto
(Fernanda tinha um grande sonho: isso.)
Fernanda tinha um grande sonho: que o dia do seu casamento chegasse.
Oração Subordinada Substantiva Apositiva
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Saiba mais:
Apesar de a NGB não fazer referência,
podem ser incluídas como orações subordinadas substantivas aquelas que
funcionam como agente da passiva iniciadas por "de" ou
"por" , + pronome indefinido. Veja os exemplos:
O presente será dado por quem o comprou.
O espetáculo foi apreciado por quantos o
assistiram .
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