Pesquise sobre a estação que está iniciando e escreva um comentário sobre as
suas principais características na região sul do Brasil, ou seja, no nosso
estado. Não se esqueça de enriquecer o teu texto com as descrições minuciosas. Valerá
meio ponto extra para o 3° trimestre a atividade.
DISCIPLINA: Ensino Religioso
Este espaço é destinado aos alunos do 6º ano, 7º ano, 8º ano, 8ª série, 1º ano EM e 2º ano EM. As atividades aqui postadas são de Ensino Religioso e denotam a filosofia de nossa escola.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Concordância Pronominal
Próclise (antes do verbo)
A próclise é usada quando, antes do verbo, houver uma palavra que tenha força atrativa sobre o
pronome oblíquo (P.O). Tais palavras, às quais podemos chamar de fatores de próclise (F.P.),
são principalmente:
A próclise é comum nos seguintes casos:
1. Quando o verbo segue um partícula negativa: não, nunca, jamais, nada, ninguém. Exemplos:
Não nos responsabilizaremos por sua atitude rebelde.
Nunca se acusou um cliente por esses motivos.
Um vendedor de nossa empresa jamais se contentará com níveis de faturamento tão baixos.
O relatório fora bem escrito, mas nada o recomendava como modelo que devesse ser imitado.
Ninguém o viu chegar, mas ele já se encontra no escritório.
2. As orações que se iniciam por pronomes e advérbios interrogativos também exigem antecipação
do pronome ao verbo:
Por que o diretor se ausentou tão cedo?
Como se justificam essas afirmações?
Quem lhe disse que o gerente de vendas não se interessaria por tal fato?
3. As orações subordinadas também exigem antecipação do pronome ao verbo.
Ainda que lhe enviassem relatórios substancias, não poderia tomar nenhuma decisão.
Quando o office-boy o interrogou, ele levantou a cabeça.
Aquela correspondência que te chegou às mãos...
4. Alguns advérbios exercem força atrativa sobre o pronome: mal, ainda, já, sempre, só, talvez,
não:
Mal se despedira...
Ainda se ouvirá a voz dos que clamam no deserto.
Já se falou aqui da inconseqüente...
Só se acredita naquilo por que se interessa.
Os relatórios talvez se abstenham de informar...
Não se manifestará apoio ao desonesto, corrupto e politiqueiro idealizador de semelhante
comemoração.
5. A palavra ambos, bem como alguns indefinidos (alguém, todos, tudo, outro, qualquer ) também
tem força atrativa:
Ambos os empregados me inquiriram sobre suas férias.
Alguém te dirá aos ouvidos...
Todos te olharão de esguelha...
tudo se transformará com o tempo.
Outra secretária se ajustará ao cargo com dificuldade.
Qualquer pessoa se persigna quando a situação está preta.
6. Nas locuções verbais, se houver negação ou pronome relativo, interrogativo:
Não se pode deixar de realizar...
Coisas que se podem deixar de realizar...
Por que se deve realizar esta tarefa?
7. Se o verbo estiver no futuro do presente ou futuro do pretérito, pode-se utilizar a antecipação pronominal:
Eu me dedicarei aos estudos gramaticais quando...
Eu me dedicaria aos estudos gramaticais se...
Pode-se também utilizar mesóclise, mas não é aconselhável, por revelar-se pedante. Embora o
pronome pessoal do caso reto não tenha força atrativa, é recomendável a próclise para evitar o
preciosismo da mesóclise.
8. Se houver vírgula depois do advérbio deve-se usar ênclise e não próclise.
Agora, esquecem-se dos amigos.
Mesóclise
O pronome oblíquo só pode ficar em mesóclise quando o verbo estiver no futuro (do presente ou
do pretérito).
Dar-me-ei o prazer de...
Recomendar-nos-ia...
Para evitar afetação, recomenda-se
buscar a forma menos preciosa de construção. Coloca-se
então um pronome pessoal e antecipa-se
o pronome:
Eu me darei o prazer de...
Eles nos recomendaria...
obs.: Caso o verbo esteja no futuro, mas antes dele haja um fator de próclise, deve-se usar próclise
e não mesóclise.
Dar-te-ei
meu apoio. (mesóclise)
Não te darei meu apoio. (próclise)
Ênclise
1. Nos casos infinitivos, pode-se postecipar o pronome ao verbo:
O presidente quis enviar-lhe...
Para dizer-lhe a verdade...
Também se admite a construção:
Para lhe dizer a verdade...
2. A ênclise é obrigatória quando nada atrai o pronome oblíquo:
A secretária começou a interrogá-la...
Admite-se que o operador continue a digitá-lo.
3. O pronome tende a permanecer depois do verbo nas locuções verbais. Portanto, não fica solto
entre os verbos:
A copeira continuou respondendo-lhe às perguntas.
Quando tu poderá dizer-nos...
Usos dos pronomes oblíquos com as formas nominais
Formas nominais:
Infinitivo: andar, viver etc.
Gerúndio: andando, vivendo etc.
Particípio: andado, vivido etc.
Verbo auxiliar + infinitivo
Há várias construções possíveis:
Devia preparar-me melhor.
v.aux. aaainfin.
Devia-me preparar melhor.
Não devia preparar-me melhor.
Não me devia preparar melhor.
Não devia me preparar melhor.
Verbo auxiliar + gerúndio
Há várias construções possíveis:
A gasolina foi-se acabando.
A gasolina foi acabando-se.
Verbo auxiliar + particípio
Há várias construções possíveis:
Eles se haviam esforçado
Eles haviam-se esforçado.
Observação: Não se coloca pronome oblíquo após particípio:
Eles haviam esforçado-se.
(errado)
Observações gerais:
1. Não é recomendável iniciar oração com pronome oblíquo:
Me telefonaram esta manhã de João Pessoa.
Te perguntaram alguma coisa?
Se esqueceu de falar o gerente?
2. O gerúndio determina que o pronome venha antes dele ou depois dele (mas sempre ligado por
hífen a um verbo) quando em locuções verbais:
A secretária ia-se esquecendo de relatar...
A secretária ia esquecendo-se de relatar...
A gramática tradicional recomenda que o pronome não fique solto entre os verbos:
A secretária ia se esquecendo...
3. É comum e desejável substituir o pronome possessivo por um oblíquo:
Queimei o seu braço...
Queimei-lhe o braço...
Pisei no seu pé...
Pisei-lhe o pé...
sexta-feira, 5 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Larissa
Liberdade
ainda que tardia
Em uma bela
manhã, Thomas Gonzaga acordou com uma enxaqueca por causa da bebedeira com os
amigos na noite passada. Naquela manhã Thomas acordou mal- humorado, tentou
concentrar-se no seu trabalho como poeta, mas nada adiantava, então leu uma de
suas crônicas, Marilia.
Thomas tinha
um afilhado Antonio Manuel Azevedo, que iria passar uma temporada na casa de
Thomas, seu pai não estava tendo condições financeiras para administrar sua
fazenda. Antonio sabendo ler e escrever ficou encarregado de ajudar Thomas nas
poesias e deveres de casa.
Thomas estava
enamorado uma moça muito bonita, de pela alva, cabelos negros e olhos
castanhos, seu nome era Maria Doroteia.
A jovem moça
quando tinha apenas 13 anos de idade perdeu sua mãe. Seu pai Baltasar Manrique
com a morte da esposa, decidiu partir para o interior de Minas Gerais. Maria
Doroteia foi morar com os tios Bernardo e Eufrásia.
Certo dia
Thomas sendo amigo de Genoveva, tia de Maria Doroteia, Thomas fez uma visita a
Genoveva e Maria Doroteia. Thomas ficou encantado com o dom da música que Maria
Doroteia tinha, ela tocava piano e cantava divinamente.
Thomas e Maria Doroteia se apaixonaram
subitamente um pelo outro, começaram um namoro que no começo foi contra pelos
tios de Maria Doroteia, mas com o tempo eles aceitaram. Depois de um ano de
namoro Thomas a pediu em casamento.
O governador
de Vila Rica nunca gostou de Thomas, sem nenhum motivo ele mandou uma ordem de
despejo a Thomas. Thomas teve a ideia de derrubar o governador de seu cargo
junto com seus amigos, mas um de seus amigos Joaquim Silvério dos Reis, o traiu
e o governador ficou sabendo de complô, e por causa disso Thomas foi preso.
Maria
Doroteia sem saída terminou o noivado apesar de ama-lo muito. Thomas poderia
ter ido para a forca junto com seus amigos, mas sua sentença foi ir para
Moçambique na África.
Em Moçambique
ele refez sua vida e casou-se com a filha de um comerciante de grandes posses
em 1793.
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