Liberdade
ainda que tardia
Em uma bela
manhã, Thomas Gonzaga acordou com uma enxaqueca por causa da bebedeira com os
amigos na noite passada. Naquela manhã Thomas acordou mal- humorado, tentou
concentrar-se no seu trabalho como poeta, mas nada adiantava, então leu uma de
suas crônicas, Marilia.
Thomas tinha
um afilhado Antonio Manuel Azevedo, que iria passar uma temporada na casa de
Thomas, seu pai não estava tendo condições financeiras para administrar sua
fazenda. Antonio sabendo ler e escrever ficou encarregado de ajudar Thomas nas
poesias e deveres de casa.
Thomas estava
enamorado uma moça muito bonita, de pela alva, cabelos negros e olhos
castanhos, seu nome era Maria Doroteia.
A jovem moça
quando tinha apenas 13 anos de idade perdeu sua mãe. Seu pai Baltasar Manrique
com a morte da esposa, decidiu partir para o interior de Minas Gerais. Maria
Doroteia foi morar com os tios Bernardo e Eufrásia.
Certo dia
Thomas sendo amigo de Genoveva, tia de Maria Doroteia, Thomas fez uma visita a
Genoveva e Maria Doroteia. Thomas ficou encantado com o dom da música que Maria
Doroteia tinha, ela tocava piano e cantava divinamente.
Thomas e Maria Doroteia se apaixonaram
subitamente um pelo outro, começaram um namoro que no começo foi contra pelos
tios de Maria Doroteia, mas com o tempo eles aceitaram. Depois de um ano de
namoro Thomas a pediu em casamento.
O governador
de Vila Rica nunca gostou de Thomas, sem nenhum motivo ele mandou uma ordem de
despejo a Thomas. Thomas teve a ideia de derrubar o governador de seu cargo
junto com seus amigos, mas um de seus amigos Joaquim Silvério dos Reis, o traiu
e o governador ficou sabendo de complô, e por causa disso Thomas foi preso.
Maria
Doroteia sem saída terminou o noivado apesar de ama-lo muito. Thomas poderia
ter ido para a forca junto com seus amigos, mas sua sentença foi ir para
Moçambique na África.
Em Moçambique
ele refez sua vida e casou-se com a filha de um comerciante de grandes posses
em 1793.
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