quarta-feira, 5 de junho de 2013

Larissa

Liberdade ainda que tardia

Em uma bela manhã, Thomas Gonzaga acordou com uma enxaqueca por causa da bebedeira com os amigos na noite passada. Naquela manhã Thomas acordou mal- humorado, tentou concentrar-se no seu trabalho como poeta, mas nada adiantava, então leu uma de suas crônicas, Marilia.
Thomas tinha um afilhado Antonio Manuel Azevedo, que iria passar uma temporada na casa de Thomas, seu pai não estava tendo condições financeiras para administrar sua fazenda. Antonio sabendo ler e escrever ficou encarregado de ajudar Thomas nas poesias e deveres de casa.
Thomas estava enamorado uma moça muito bonita, de pela alva, cabelos negros e olhos castanhos, seu nome era Maria Doroteia.
A jovem moça quando tinha apenas 13 anos de idade perdeu sua mãe. Seu pai Baltasar Manrique com a morte da esposa, decidiu partir para o interior de Minas Gerais. Maria Doroteia foi morar com os tios Bernardo e Eufrásia.
Certo dia Thomas sendo amigo de Genoveva, tia de Maria Doroteia, Thomas fez uma visita a Genoveva e Maria Doroteia. Thomas ficou encantado com o dom da música que Maria Doroteia tinha, ela tocava piano e cantava divinamente.
 Thomas e Maria Doroteia se apaixonaram subitamente um pelo outro, começaram um namoro que no começo foi contra pelos tios de Maria Doroteia, mas com o tempo eles aceitaram. Depois de um ano de namoro Thomas a pediu em casamento.
O governador de Vila Rica nunca gostou de Thomas, sem nenhum motivo ele mandou uma ordem de despejo a Thomas. Thomas teve a ideia de derrubar o governador de seu cargo junto com seus amigos, mas um de seus amigos Joaquim Silvério dos Reis, o traiu e o governador ficou sabendo de complô, e por causa disso Thomas foi preso.
Maria Doroteia sem saída terminou o noivado apesar de ama-lo muito. Thomas poderia ter ido para a forca junto com seus amigos, mas sua sentença foi ir para Moçambique na África.

Em Moçambique ele refez sua vida e casou-se com a filha de um comerciante de grandes posses em 1793. 

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